Cassilândia, Segunda-feira, 21 de Outubro de 2019

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14/08/2019 09:00

São Maximiliano Maria Kolbe

Redação

São Maximiliano Maria Kolbe nasceu na Polônia, em 1894. Era frade franciscano conventual e professor de teologia em Cracóvia. Devotíssimo de Nossa Senhora, criou a “Milícia da Imaculada” para divulgação da devoção a Maria Santíssima. Homem de larga visão no campo da comunicação, fundou a “Cidade da Imaculada” que abrigava 672 religiosos e um grande parque gráfico onde editava revistas e jornais, com centenas de milhares de exemplares para maior divulgação da fé cristã e do culto à Mãe de Deus. No dia sete de fevereiro de 1941 ele foi preso pelos nazistas, por causa de suas atividades religiosas. Inicialmente ficou em Varsóvia, mas depois foi condenado a trabalhos forçados e mandado para Auschwitz, o tristemente famoso campo de concentração, chamado de Campo da Morte e onde até o fim exerceu seu apostolado. Maximiliano não conhecia o significado da palavra ódio. Olhava com o mesmo amor os companheiros de prisão e os soldados. Contam que os guardas se sentiam tão incomodados com aquele olhar bondoso que desviavam os olhos e pediam: “Não olhes para nós assim”. Certo dia, um dos prisioneiros polacos conseguiu fugir do campo e, em represália, dez homens foram escolhidos e condenados a morrer de fome. Compadecido deles, São Maximiliano pediu para ocupar o lugar de um dos prisioneiros que tinha esposa e filhos pequenos. Foi então jogado no subterrâneo da morte onde por 15 dias resistiu à fome, à sede e ao desespero, e consolou e ajudou os outros nove a morrerem. Maximiliano sobreviveu à fome, mas foi assassinado com uma injeção de fenol que lhe foi administrada no dia 14 de agosto de 1941. Tinha, então, apenas 47 anos de idade. Seu conterrâneo, o Papa João Paulo II que o canonizou no dia 10 de outubro de 1982, chamou-o de “patrono de nosso difícil século”. O homem por quem São Maximiliano Kolbe deu a vida, esteve presente à sua canonização.

Hoje não temos mais subterrâneos da morte, como os do Campo de Auschwitz, mas a fome e a miséria continuam fazendo centenas de milhares de vítimas. Hoje, quando muitos estão morrendo de fome, não pelas mãos dos nazistas, mas pelas mãos de um desumano sistema político econômico, que abarrota de comida a mesa de uns poucos, enquanto milhares morrem de fome, São Maximiliano nos diz que vale a pena dar o melhor de si, e até a vida se necessário for, para mudar essa ordem social e econômica injusta que continua, em pleno terceiro milênio, fabricando campos de fome e miséria.

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