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15/08/2005 10:31

Saldo da balança comercial próximo a US$ 40 bilhões

Stênio Ribeiro - Agência Brasil

A estimativa de exportadores e analistas de mercado para o saldo da balança comercial (exportações menos importações) não pára de crescer. O número, que há quatro semanas era de US$ 36,45 bilhões evoluiu para US$ 38 bilhões na semana passada e agora aumentou para US$ 39,5 bilhões. O cálculo para o saldo de 2006 também cresceu de US$ 31,43 bilhões da pesquisa anterior para US$ 33 bilhões.

Os números constam do boletim Focus, que traz resultado da pesquisa que o Banco Central faz todas as sextas-feiras com uma centena de analistas de mercado sobre tendências dos principais indicadores da economia. Dentre elas, a indicação de aumento também no superávit (saldo positivo) de conta corrente, que envolve todas as transações comerciais e financeiras com o exterior.

A pesquisa do BC mostra que o saldo de conta corrente deste ano será de US$ 11 bilhões, contra estimativa de US$ 10,75 bilhões na pesquisa anterior; e o saldo projetado para o ano que vem também cresce de US$ 4,40 bilhões para US$ 5,55 bilhões.

Existe perspectiva de crescimento, ainda, na entrada de investimento estrangeiro direto no setor produtivo, embora num ritmo mais lento. A expectativa de US$ 15,45 bilhões na semana passada aumentou para US$ 15,50 bilhões neste ano, e para 2006 a estimativa cresceu de US$ 15,01 bilhões para US$ 15,95 bilhões.

Houve, porém, ligeira redução das expectativas em relação ao crescimento da produção industrial, que diminuiu de 4,48% na pesquisa anterior para 4,45% agora, com reflexo também em 2006, com a projeção anterior, de 4,43%, caindo para 4,33%.

Não houve alteração nas perspectivas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país. O prognóstico para crescimento do PIB foi mantido em 3% para este ano e em 3,50% para o ano que vem.

Quanto à relação entre dívida líquida do setor público e PIB, o comprometimento neste ano continua calculado em 51,20%, mas os analistas de mercado estimam menos otimismo com relação a 2006. A estimativa anterior, de 50% para a relação dívida/PIB no ano que vem, aumentou para 50,40%.

São estimativas com base na manutenção de um quadro econômico no qual a cotação do dólar no final deste ano não ultrapasse R$ 2,50 e não vá além de R$ 2,70 no final de 2006. Também considera que a atual taxa básica de juros (Selic), de 19,75% ao ano, deve cair para 18% ainda este ano, e descer para 15,75% em 2006.

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