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20/09/2004 15:26

Rondônia proibe a entrada de animais do Amazonas

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O foco de febre aftosa registrado no Amazonas, no último dia 10, deixou em alerta os estados vizinhos. Em Rondônia, por exemplo, a vigilância sanitária foi reforçada para impedir a entrada de animais vivos, produtos e subprodutos procedentes do território amazonense. Pelo menos 50 pessoas, entre fiscais agropecuários, policiais militares e soldados do Exército e da Aeronáutica, participam das ações de fiscalização.

Único estado do Norte do país reconhecido como área livre de aftosa com vacinação, Rondônia tem o segundo maior rebanho bovino da região, com 10 milhões de cabeças, ficando atrás do Pará. “Estamos trabalhando para mantermos o status sanitário que conquistamos”, diz o delegado federal substituto de Agricultura em Rondônia, Dilter Rigolon. Hoje, lembra, o estado exporta miúdos de bovino para países da Ásia.

As barreiras sanitárias foram montadas em pontos estratégicos. Entre eles, o aeroporto de Porto Velho, os dois portos da capital, o Distrito de Calama (Baixo Madeira), a BR-319, Candeias e a Balsa de Machadinho do Oeste. Além da Delegacia Federal de Agricultura (DFA), o trabalho envolve a Secretaria Estadual de Agricultura, o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário de Rondônia e o Fundo Emergencial de Febre Aftosa.

“A fiscalização é rigorosa”, destaca Dilter. Cita, como exemplo, a apreensão de uma carga de couro que estava sendo transportada do Amazonas para o Rio Grande do Sul. Segundo ele, o material, apreendido na semana passada, foi incinerado.

O foco de aftosa no Amazonas foi detectado em uma propriedade do município de Careiro da Várzea, próximo a Manaus. A DFA do Amazonas e a Secretaria Estadual de Agricultura, com o apoio das Forças Armadas, montaram barreiras para impedir a saída de animais, produtos e subprodutos para outros estados. Além disso, os fiscais agropecuários estão realizando inspeções nas fazendas para tentar descobrir a origem do vírus da doença.

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