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06/01/2004 13:37

Riscos de Vaca Louca no Brasil são ínfimos

Fabiane Sato

Os riscos de contaminação com encefelopatia espongiforme bovina ou o Mal da Vaca Louca no rebanho brasileiro é quase nulo no Brasil. Segundo o médico veterinário e diretor-secretário da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), Ademar da Silva Júnior, uma portaria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA, respalda a informação.

"Desde 97, o gado brasileiro está proibido de consumir ração animal", comentou Ademar, explicando que o contágio é feito através da alimentação do rebanho. Conforme o diretor-secretário, a importação de gado de outros Países para o Brasil é pequena e o boi geralmente não é para a pecuária de corte.


Em 1996, quando surgiu o primeiro caso da Vaca Louca na Europa, o Brasil se mobilizou rapidamente para evitar que a doença chegasse no País. Em 1997, o MAPA, criou uma portaria proibindo que o gado consumisse ração animal como a farinha de sangue ou de osso ou a base de frango. "Nosso gado come capim, e se precisa de um complemento ração a base de grãos é fornecida ao rebanho", diz Ademar.


O modelo de rastreabilidade adotado no Brasil também colabora para saber a localização desses animais vindo de outros países e da função deles na propriedade. "No modelo norte-americano não é possível saber onde está o gado que foi adquirido pelo Canadá. Sabe-se o total importado, mas não onde estão esses animais, se já foram abatidos", explica a diretora do Departamento Técnico da Famasul, Tereza Cristina Correa da Costa.


Para o diretor-secretário, essa é a hora do pecuarista estar ainda mais atento a sanidade do rebanho, que pode conferir uma melhora de mercado. "No ano passado, os pecuaristas trabalharam no vermelho, uma das esperanças de recuperação é o mercado externo", informou.


O melhoramento genético tem conferido também ao Brasil excelência de qualidade da carne bovina. Além da rastreabilidade, a inseminação artificial tem feito com que o País exportasse semên. "A média de inseminação de gado no Brasil é de 16%, bem superior a dos Estados Unidos, que é de 10%", explica Tereza.

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