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27/09/2004 07:26

Resumo de ontem da paraolímpiada

Comitê Paraolímpico Brasileiro

O Brasil teve um domingo iluminado na Grécia. Foi mais um dia dourado. Desta vez ele veio em dose dupla. Fabiana Sugimori e Clodoaldo Silva fizeram a festa na piscina do Centro Aquático Olímpico e saíram como verdadeiros deuses nos 50m livre e 150m medley, respectivamente. Neste nono dia de competição o Brasil terminou em 15º lugar no quadro geral de medalhas. A delegação já conquistou 23 medalhas – 11 ouros, oito pratas e quatro bronzes.



A natação, o atletismo e o judô são as modalidades em que o Brasil já conseguiu medalhas. Em Sydney, o Brasil conquistou 11 medalhas nas piscinas – uma de ouro, seis de prata e quatro de bronze. Agora, o País soma sete medalhas: quatro ouros, duas pratas e dois bronzes.



A primeira medalha da tarde foi da nadadora Fabiana Sugimori, que já tinha conquistado na manhã de ontem o recorde mundial dos 50m livre, com o tempo de 32s32. Na final, a japonesinha cravou 32s35. Um dia de glória, com medalha e recorde, transforma a atleta em uma das melhores nadadoras do Brasil. Sugimori deixou para trás Natalie Ball (ex-recordista mundial), uma de suas principais rivais, que terminou a prova com o tempo de 33s22. A holandesa Marion Nijhof, que ficou com o terceiro lugar, fechou com 33s58. “De Sydney para cá a categoria melhorou muito, pois houve renovação e aumentou o equilíbrio”, disse Fabiana.



Em Sydney, na mesma prova, ela surpreendeu o Brasil com a conquista de ouro, único da modalidade em 2000. “Essa medalha é mais especial do que a de Sydney porque minha família e minha técnica estão na arquibancada me assistindo”, disse emocionada. “Meus quatro filhos são ou foram nadadores. Eles trocam experiências e isso também conta para um bom resultado. O sonho da Fabiana de bater o recorde mundial já havia se tornado o sonho de toda a família” afirmou dona Hilda Sugimori, mãe da atleta.

O segundo peixe a cair na água em Atenas ontem foi Clodoaldo. Ele conquistou a sua quinta medalha, somando quatro ouros e uma prata. A façanha desta vez foi nos 150m medley, quando e conseguiu o tempo de 2min39s15. A prata ficou com o espanhol Xavier Torres (2min40s94). O terceiro colocado foi o tailandês Sanit Songnor (2min42s57).

Ele, que já está acostumado a falar depois das provas, disse ontem que a tranqüilidade o ajuda. “Essa prova não é minha especialidade, mas nadei contra mim mesmo e consegui o melhor tempo da minha vida. Vivo a minha vida de forma tranqüila, equilibrada e com muita dedicação. O sucesso é conseqüência”, disse o maior medalhista do Brasil em Atenas.

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