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20/12/2007 08:23

Restrições à carne brasileira começam a valer em janeiro

Fernanda Mathias/Campo Grande News

A partir de 31 de janeiro do ano que vem novas medidas restritivas à exportação da carne bovina brasileira devem entrar em vigor. Conforme notícia divulgada ontem pelo jornal Valor Econômico, o Brasil terá de fazer uma lista com as fazendas de gado bovino aptas a exportar à União Européia, apresentar relatórios completos sobre as inspeções nessas propriedades e submetê-las a Bruxelas. Em novembro uma missão européia esteve no Brasil e detectou falhas, especialmente no que diz respeito ao sistema de rastreabilidade.

A previsão de que a falta de rastreabilidade poderia prejudicar as exportações foi adiantada pelo Campo Grande News , em julho. Em Mato Grosso do Sul, não chega a 15% o volume do rebanho incluído no novo sistema de rastreabilidade do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

A proposta que está sendo colocada ao governo brasileiro é que seja tornado público o nome das fazendas que atendem às exigências da comunidade para importação de carne bovina in natura sem osso e maturada e que estão aptas a vender para o bloco. Além disso, a comissão fará inspeções nessas fazendas para verificar se suas exigências estão sendo atendidas em tais propriedades listadas pelo governo, conforme a reportagem.

Conforme apurou o Valor, uma primeira missão deve vir ao Brasil em março para inspecionar as fazendas listadas. Há informações de que a intenção da UE seria restringir as autorizações de fornecimento a 300 grandes fazendas. Hoje, há 14 mil propriedades habilitadas pelas regras do novo Sisbov, ou Estabelecimentos Rurais Aprovados. As novas exigências são vistas como barreiras comerciais. Países europeus querem deixar o Brasil de fora da concorrência. O principal deles é a Irlanda, que chegou a mandar jornalistas para fazendas de estados brasileiros como Paraná e Mato Grosso do Sul, onde fizeram filmes e denunciaram irregularidades. O governo brasileiro considerou a ação clandestina e as denúncias infundadas.

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