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21/09/2004 07:18

Reforçada a fiscalização contra a febre aftosa no MS

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Em razão do sucesso da “Operação Boiadeiro”, que implantou cinco postos de fiscalização sanitária na fronteira Brasil-Paraguai para aumentar a defesa agropecuária em Mato Grosso do Sul, o governo decidiu estender a fiscalização a toda a área da fronteira entre os dois países para assegurar o status de livre da febre aftosa. Até então, a fiscalização restringia-se a apenas cinco municípios da região considerados críticos na fronteira.

Segundo o delegado federal da Agricultura em Mato Grosso do Sul, José Antônio Roldão, a medida tem caráter preventivo. “Estamos exercitando o principio da prevenção e aumentando o número de postos de cinco para 15, o que deve abranger todos os municípios e cobrir toda a linha de fronteira entre o Mato Grosso do Sul e o Paraguai”, afirma.

A fiscalização da área já havia sido reforçada com a presença do Exército Brasileiro devido à descoberta, há cerca de um mês, de um caso de rinotraqueíte em território paraguaio. A doença é uma infecção no sistema respiratório dos animais, que tem sintomas semelhantes aos registrados em enfermidades vesiculares. Segundo Roldão, o trânsito de animais entre os dois países está proibido pelo Ministério da Agricultura. No entanto, está permitida a entrada da carne desossada no país. “O governo nunca pecará por omissão”, diz o delegado.

Mais Recursos - Preocupado em garantir a sanidade do rebanho no estado, que conta com 24,9 milhões de cabeças e responde por 48% das exportações totais de carne bovina brasileira, o ministro Roberto Rodrigues anunciou, durante a feira Expointer 2004, em Esteio (RS), a liberação de R$ 400 mil para as ações de controle sanitário executadas pelo Exército Brasileiro na fronteira com o Paraguai. Rodrigues adiantou ainda que haverá um aumento de recursos para defesa agropecuária em 2005. “Já temos a garantia de R$ 152 milhões no orçamento da União, mas podermos elevar ainda mais esses valores em parceria com o Congresso Nacional”.

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