Cassilândia, Sexta-feira, 24 de Maio de 2019

Últimas Notícias

01/04/2019 14:00

Reajuste provoca aumento de 4,33% nos remédios vendidos com receita

Aumento anual da CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) foi acima da inflação e “inchaço” nos preços começa a ser sentido a partir de segunda-feira

Campo Grande News

A partir de segunda-feira (1), o preço dos medicamentos deve ficar 4,33% mais caro em todo o país. A estimativa é da reportagem do UOL, após o reajuste anual estabelecido pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), que foi acima da inflação de 3,75% em 2018.

Conforme ressalta o UOL, a alta ocorre apenas em medicamentos vendidos com exigência de receita. Os demais, analgésicos, por exemplo, são de venda livre e não têm preço regulado pelo governo federal. O motivo, diz o site, é a grande concorrência de mercado.

Apesar do reajuste, o Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos) analisa que o aumento será gradual e não deve ser sentido já na segunda-feira. Além disso, o motivo, explicou o presidente-executivo do sindicato, Nelson Mussolini, é o estoque.

"Farmácias trabalham com estoque. É possível que o consumidor ainda encontre o preço anterior meses depois em alguns locais", afirmou Nelson Mussolini, presidente-executivo do Sindusfarma. "Além disso, a própria indústria não tem repassado esses reajustes”, destacou.

O sindicato avalia que o reajuste nem sempre se dá no percentual máximo, e os medicamentos têm subido abaixo da inflação. Mussolini cita Mussolini que, em 2018, o reajuste foi dado em três categorias (definidas pela concorrência entre os medicamentos) com média de 2,43% e máxima de 2,84%.

"Mas o IPCA da indústria farmacêutica foi de 1,83%. Ou seja, subiu cerca de 70% do que poderia. Por quê? Há muita concorrência. O governo nos dá autorização de aumento máximo, mas é o mercado quem regula", disse ao portal.

Cálculo – Conforme explica o UOL, as regras do reajuste foram criadas em 2003. foram criadas em 2003. Desde então, uma vez ao ano, no final de março, o governo anuncia o limite máximo autorizado para o reajuste.

O cálculo utilizado pela CMED utiliza somatória do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) com os preços de outros setores influentes (como variações do dólar e da energia elétrica) menos a produtividade da indústria farmacêutica.

Este ano foi diferente do fator utilizado em 2018. O site afirma que ficou acima da inflação porque o governo considerou que não houve ganho de produtividade na indústria. Isso significa que essa taxa, que poderia desacelerar o aumento, foi zero.

Envie seu Comentário
Os comentários feitos no Cassilândia News são moderados. Antes de escrever, observe as regras e seja criterioso ao expressar sua opinião. Não serão publicados comentários nas seguintes situações:

1. Sem o remetente identificado com nome, sobrenome e e-mail válido. Codinomes não serão aceitos.
2. Que não tenham relação clara com o conteúdo noticiado.
3. Que tenham teor calunioso, difamatório, injurioso, racista, de incitação à violência ou a qualquer ilegalidade.
4. Que tenham conteúdo que possa ser interpretado como de caráter preconceituoso ou discriminatório a pessoa ou grupo de pessoas.
5. Que contenham linguagem grosseira, obscena e/ou pornográfica.
6. Que transpareçam cunho comercial ou ainda que sejam pertencentes a correntes de qualquer espécie.
7. Que tenham característica de prática de spam.

O Cassilândia News não se responsabiliza pelos comentários dos internautas e se reserva o direito de, a qualquer tempo, e a seu exclusivo critério, retirar qualquer comentário que possa ser considerado contrário às regras definidas acima.
Restamcaracteres.
 
imagem transparente
Últimas notícias
Scroller Top
Sexta, 24 de Maio de 2019
07:20
Atenção motoristas e ciclistas
Quinta, 23 de Maio de 2019
22:00
Loterias
21:45
Loterias
21:42
Loterias
10:00
Receita do Dia
Quarta, 22 de Maio de 2019
Scroller Bottom

  • Idalus Internet Solutions
  • TOP DataCenter e Internet
  • Disponível na AppStore
  • Disponível no Google Play
Rua Sebastião Leal, 845, CEP: 79.540-000, Cassilândia (MS)