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12/08/2015 13:00

Qual a diferença entre dor de cabeça tensional e enxaqueca?

Portal Educação Física

A enxaqueca e a dor de cabeça tensional provocam diferentes sintomas e saber diferencia-los ajuda muito no tratamento. A enxaqueca acomete um lado da cabeça, provocando uma dor forte ou moderada, geralmente lateja, pulsa e pode provocar enjoo, vômito e até incomodo com a luz e barulho.

A pressão exercida por vasos sanguíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente provoca a enxaqueca e o tratamento envolve medicamentos vasoconstritores para aliviar esta pressão e também medidas relaxantes para prevenção das crises.

Já a dor de cabeça tensional é mais fraca e não acompanha sintomas como enjoos e vômitos e nem incômodo com luz e barulho. A causa desse tipo de dor é a contratura muscular na região cervical e de toda a musculatura pericraniana (os músculos que estão junto ao crânio). Os melhores tratamentos são relaxamento, fisioterapia, psicoterapia, ioga, acupuntura e exercícios físicos que previnem as crises assim como o uso de medicamentos.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia, cerca de 38% a 74% dos brasileiros sofrem de cefaleia tensional. Ela pode ser episódica ou crônica (mais de 15 dias por mês).

Ansiedade, tensão, nervosismo, irritabilidade e estresse são fatores que podem causar tanto a cefaleia tensional quanto a enxaqueca.

Se a dor de cabeça é frequente, deve ser evitado o uso de analgésicos, mas relaxantes musculares podem ser utilizados, assim como antidepressivos e também remédios neuromoduladores, estes somente com orientação médica.

Vale lembrar que a cefaleia tensional pode ser confundida com enxaqueca. E se a cefaleia tensional for frequente, as chances de sofrer com enxaqueca são maiores. Embora a atividade física geralmente agrave a enxaqueca, não faz a dor de cabeça tensional piorar.

O melhor a fazer é procurar ter uma vida saudável, praticar exercícios, relaxar e assim evitar tensões e a dor de cabeça. Mas caso a dor insista em aparecer por mais de duas semanas é preciso procurar um especialista para averiguar as causas e iniciar um tratamento.

*André Gustavo Lima é neurologista, especialista em prevenção de AVC e membro da Academia Brasileira de Neurologia.

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