Cassilândia, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

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10/08/2004 08:07

Professores universitários negociam reajuste salarial

Marina Domingos/ABr

Representantes do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andes) estiveram reunidos ontem com o secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, e o secretário-executivo adjunto do Ministério da Educação (MEC), Jairo Jorge, para mais uma rodada de negociações sobre reajuste salarial.

Várias instituições federais, que representam mais de 80% da categoria, já aceitaram a proposta do governo: as universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ), do Piauí (UFPI), de Goiás (UFGO), do Mato Grosso do Sul (UFMS), do Mato Grosso (UFMT), de Minas Gerais (UFMG), de São João Del Rei (UFrei), de São Carlos (UFscar), do Paraná (UFPR) e do Rio Grande do Sul (UFRGS).

“Talvez não possamos equacionar todas nesse primeiro momento, mas nosso objetivo é de que o que não for possível resolver nesse primeiro momento, em 2004, será equacionado em 2005”, garante o secretário-executivo.

Apesar da proposta do governo de aplicar R$ 372 milhões do Ministério da Educação (MEC) para o aumento dos professores universitários, seis instituições federais de ensino médio e superior estão em greve. Os professores das universidades federais do Amapá (UFCAP), da Bahia (UFBA), de São Paulo (Unifesp), Rural do Rio de Janeiro (UNIR-RJ) e dos centros federais de Tecnologia em Minas Gerais (Cefet-MG) e Bahia (Cefet-BA) decidiram não aceitar a proposta do governo federal e estão com todas as atividades paralisadas.

A expectativa da Andes é de que até quinta-feira (12) mais 15 instituições anunciem sua adesão à greve. “Levamos a proposta do governo às assembléias setoriais e aguardamos novos posicionamentos. O governo pediu 72 horas para apresentar uma contraproposta”, informou a presidente da Andes, Maria Barbosa.

Balanço parcial feito pela entidade mostra que 27 instituições estão ao lado do sindicato e não aceitaram a proposta. Outras 13 não aceitam a greve, mas também são contrárias à proposta do governo e apenas oito acataram o projeto do governo. A categoria reivindica mais R$ 70 milhões que serão aplicados na extinção da Gratificação por Produção (GED), na isonomia salarial entre professores na ativa e aposentados, além de 15% a mais de salário dos mestres e doutores.

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