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16/09/2008 12:36

Professores tentam garantir piso salarial de R$ 950

Com distorções salariais gritantes, os professores das redes estadual e municipais de Mato Grosso do Sul tentam garantir o cumprimento da lei federal que instituiu o piso dos professores no valor de R$ 950.

Um dos casos mais gritantes é o de Ponta Porã, onde professores recebem um salário-mínimo. O salário é de R$ 260. Acrescido a ele está 50% de regência. O valor é arredondado R$ 415, que é o valor do salário mínimo.

“Isso é para todo o professor e todo o servidor”, afirma a presidente do sindicato dos professores daquela cidade, Denize de Oliveira. Segundo ela, existem 1.200 professores na rede municipal de Ponta Porã.

Reunidos no teatro Aracy Balabanian, na Rua 26 de agosto, no centro de Campo Grande, professores de todo o Estado discutem em um seminário nesta manhã como fazer para corrigir problemas como esse, já que apensa 22% dos municípios pagam salários acima do estipulado pelo Governo Federal.

A rede estadual de ensino tem 18 mil professores. O piso salarial é de R$ 781. Mas o presidente em exercício da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), Ademir Cerri, não demonstra preocupação, nem com relação ao valor, nem com relação a iminência da PGE (Procuradoria Geral do Estado) entrar com uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) contra a lei federal.

“O valor está abaixo, mas temos uma política salarial até 2010. Em janeiro próximo teremos aumento de 20% e o valor ficará mais ou menos próximo ao piso”, afirmou. “Temos o salário base mais 80% de regência. Com a regência, a remuneração é de R$ 1.200”, explica.

O entendimento do presidente do ACP (Sindicato dos Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública), Geraldo Alves Gonçalves, é diferente. Em Campo Grande o piso salarial é de R$ 1.046. Mas ele diz que uma ação do Governo do Estado contra o piso salarial federal é preocupante, porque o salário-base poderá ficar sofrer reajuste e passar a ser superior ao pago na Capital. A rede municipal de Campo Grande tem 6 mil professores.

Na tarde de hoje, os professores voltam a se reunir no teatro Aracy Balabanian, desta vez para uma reunião deliberativa.

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