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08/06/2007 12:31

Professora da UFMS participaria de conferência da ONU

Campo Grande News/Aline dos Santos

A professora da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), Leila Maria Mercê de Albuquerque, de 40 anos, que morreu - junto com seus cinco filhos em um “engavetamento” com dez veículos próximo a Jacareí (SP) na última terça-feira - iria representar o país em uma conferência na Indonésia neste mês de junho.

De acordo com a professora Sônia Hess, amiga de Leila, ela era uma das maiores especialistas do mundo em aquecimento global e a viagem seria custeada pela ONU (Organização das Nações Unidas). Leila era do Rio de Janeiro e há dois anos, por meio de uma bolsa da Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul) e do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), estudava a poluição atmosférica em Mato Grosso do Sul.

“A bolsa terminava em março do ano que vem e a pesquisa ia demonstrar as áreas mais críticas, medidas para minimizar os danos e o impacto da poluição no meio ambiente e saúde”, relata Sônia. Além de uma cientista capacitada, permanece na lembrança da professora a imagem de uma pessoa muito querida e especial. “Ela fez tantas coisas por nós. Realizou trabalhos bonitos, ajudou a trazer projetos para a universidade”, recorda. A viagem ao Rio de Janeiro era para visitar o pai, que estava internado.

No Fiat Doblo em que viajava, Leila estava acompanhada pelos filhos Rafael (14 anos), Gabriel (14 anos), Daniel (13 anos) e os gêmeos Davi e Samuel, de seis anos. A família foi enterrada ontem no Cemitério São Francisco Xavier, no Caju, zona norte do Rio de Janeiro. Em cima de cada caixão, havia uma fotografia. O velório foi acompanhado por cerca de 130 pessoas. Em Campo Grande, na quarta-feira à noite, alunos e amigos participaram de uma missa na igreja São João Bosco. No local também deve acontecer a missa de sétimo dia. O acidente também causou a morte do motorista Cláudio Márcio Teixeira, de 29 anos, e a cabeleireira Kelia Cristina de Faria, de 28 anos, que estava grávida.

Carnificina – Para a professora Sônia Hass, há, em decorrência dos constantes tragédias, uma carnificina nas rodovias brasileiras. “Diante de tantos acidentes e mortes está na hora de procurar novas alternativas, como o transporte de carga por ferrovias”. Segundo ela, o que se gasta com o desgaste da rodovia, consumo de combustível e perdas humanas seria suficiente para pagar esta alternativa de transporte.

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