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14/10/2005 14:39

Produtores de MS pedem tratamento diferenciado

Famasul

Responsável por 45% de toda carne exportada pelo país, a pecuária no Estado não pode parar e os produtores não podem ser penalizados por um fato isolado. A afirmação é do presidente da Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul, Leôncio de Souza Brito Filho, que pediu ao Ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, que Mato Grosso do Sul tenha um tratamento diferenciado.



Léo Brito participa hoje (14/10) de uma reunião no Ministério da Agricultura, em Brasília, com os todos os Secretários de Agricultura e Produção, na tentativa de abrir as fronteiras de origem animal e carne sem osso. A grande preocupação é também com a liberação do leite, já que as indústrias lácteas dos estados vizinhos estão relutando em receber o leite de Mato Grosso do Sul. A produção diária de leite em Mato Grasso do Sul é em torno de, 1 milhão e 300 mil litros, sendo que 70% da produção é exportada para outros estados do Brasil. O setor de suínos e aves também teme as conseqüências da restrição.



Durante a reunião, Léo Brito e o Secretário de Produção e Turismo, Dagoberto Nogueira, buscarão um entendimento para que fique proibida a movimentação do rebanho e de carne somente na região que constatou o foco de febre aftosa. De acordo com Léo Brito, a CNA - Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, através do presidente em exercício Fábio Meireles, também está lutando pela liberação da exportação da carne do resto do país.



Eudete Petelinkar

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