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10/05/2008 09:44

Preço do cimento varia 82% no país, diz IBGE

A variação do preço médio do saco de 50 quilos de cimento, material básico da construção civil, chegou a 82,2% em março deste ano nos 26 estados e no Distrito Federal, segundo dados fornecidos ao G1 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o IBGE, o menor valor do saco de 50 quilos verificado pelo instituto no mês de março foi no Distrito Federal e em São Paulo, nos quais o preço médio é de R$ 15,50. Já o maior valor foi detectado no estado de Roraima, onde a saca custa em média R$ 28,24.

Segundo o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC), as variações de preço de um mesmo tipo de cimento acontecem devido ao custo do transporte. "O preço final do cimento é sensível ao frete", disse o secretário executivo do sindicato, José Otávio Carvalho.

"O preço depende de uma série de fatores, com a concentração de fábricas na região onde se consome e as distâncias percorridas. A região Sudeste, especialmente Minas Gerais, tem uma maior concentração de fábricas. Em alguns lugares da região Norte, evidentemente, o frete tem uma preponderância maior sobre o preço", afirmou ele ao G1.


Os seis estados, onde o cimento pesava mais no bolso do brasileiro no mês de março, são justamente da região Norte. Depois de Roraima, aparecem Acre, com preço médio de R$ 28; Pará, de R$ 26,50; Amapá, de R$ 26,31; Amazonas, de R$ 24,71; e Rondônia, de R$ 23. No Maranhão, no Nordeste, o custo também é de R$ 23.

Na comparação com março de 2007, segundo o IBGE, o preço médio do saco de 50 quilos do produto subiu em 17 estados e no Distrito Federal e em sete permaneceu estável. A maior alta foi verificada em Minas Gerais, onde passou de R$ 9,95 para R$ 16, com aumento de 60,8%.

Para o secretário executivo do sindicato, o preço do cimento estava defasado. "No ano passado, quando houve essa recuperação do consumo, com uma demanda maior no mercado, não houve propriamente um aumento, mas uma recuperação dos níveis de preço."

"O preço do cimento andou muito reprimido, pois o setor passou praticamente por seis anos de estagnação [entre 2001 e 2006]. Só voltamos a superar o consumo de 1999 no ano passado. Nesse período, o preço de cimento em diversas regiões caiu substancialmente", acrescentou.

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