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12/11/2004 12:53

Prato Popular deve ir ao interior do Estado, diz Zeca

Marta Ferreira, Jacqueline Lopes e Waldemar Gonçalves Jr. / Campo Grande News

O almoço desta sexta-feira, 12 de novembro, foi diferente para um grupo de moradores do bairro Lajeado, em uma das regiões mais carentes de Campo Grande. Eles tiveram a companhia do governador Zeca do PT, que inaugurou o restaurante Prato Popular, onde a refeição será vendida a R$ 1,00, e provou a comida que será oferecida aos moradores, muitos deles trabalhadores no lixão próximo ao bairro.
No prato, arroz, feijão, salada de alface e tomate, refogado de legumes e bobó de galinha. Zeca declarou que outras regiões de Campo Grande e também o interior podem ser beneficiados com empreendimentos do tipo.
Com a inauguração do restaurante, o governo do Estado trouxe para Mato Grosso do Sul uma iniciativa inaugurada pela Coca-Cola em Porto Alegre (RS), lembra o gerente de assuntos governamentais da empresa, Victor Bicca.
A Coca-Cola implantou em agosto do ano passado um restaurante a preço popular na capital gaúcha e, em seguida, levou a idéia ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, diz ele. Lula, por sua vez, aprovou a idéia e mandou que ela fosse indexada ao programa Fome Zero, daí a ampliação do projeto a outras capitais, como Cuiabá (MT), Belo Horizonte (MG), Manaus (AM), João Pessoa (PB), Fortaleza (CE), Recife (PE) e, agora, Campo Grande.
Por dia, vão ser 300 refeições a pessoas previamente cadastradas, comprovadamente de baixa renda.
O Prato Popular teve, segundo o governo, investimentos de R4 344 mil, dos quais R$ 50 mil do Executivo estadual. Quatro empresas e entidades são parceiras: Fundação Zahran, Perkal, Vivo e Coca-Cola.
Ao falar da abertura do refeitório popular, Zeca disse esse tipo de iniciativa premia a cidadania, a dignidade, e a conquista do direito elementar de viver melhor. Para o governo, avaliou, equivale a ampliar as possibilidades de parcerias estratégicas junto ao setor empresarial.
Portanto, o governo deve buscar entendimentos com estas e outras empresas para levar o projeto a outras regiões de Campo Grande e do interior de Mato Grosso do Sul, disse Zeca no discurso de inauguração.
Cleonice Rocha da Silva, uma das cadastradas para ser atendidas pelo restaurante, junto com os filhos de 17 e nove anos, falou em nome da população beneficiada. Inscrita também nos Programas de Segurança Alimentar e Bolsa Escola, ela declarou que o preço é ótimo e disse acreditar que a comida oferecida é de qualidade.
De acordo com ela, os filhos vão almoçar no local e de lá mesmo vão para a escola. Para Cleonice, é necessária a criação de um outro restaurante do tipo na região, mais próximo do lixão, de onde muitas pessoas tiram o sustento.
A embaixadora do México no Brasil, Cecília Sotto, que participa do evento, lembrou a necessidade de iniciativas para garantir alimento à população. Ela citou o programa Fome Zero. A Coca-Cola Femsa, braço da multinacional que atende Mato Grosso do Sul e parte do interior paulista, é mexicana e uma das parceiras no projeto.
Juntos, México e Brasil representam 65% da economia da América Latina, como lembrou a embaixadora ao comentar a importância desses países que ainda sofrem com a pobreza, apesar do alto potencial econômico.

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