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20/04/2015 13:16

Postos do interior cobram até R$ 3,66 e gasolina fica entre mais caras do país

Campo Grande News

Graças aos valores cobrados por postos de combustíveis do interior, Mato Grosso do Sul tem a média de preços da gasolina entre as mais altas do país. O valor de R$ 3,426 é o décimo mais alto na lista dos 27 Estados pesquisados pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

Na Capital, os preços giram em torno de R$ 3,336, variando entre R$ 3,140 e R$ 3,489, conforme levantamento da ANP, feito na última semana. Em Corumbá, no entanto, o preço médio é de R$ 3,668, o mais alto de Mato Grosso do Sul e quase 10% a mais em relação ao de Campo Grande. No município, o valor continua subindo, mesmo após a alta dos impostos sobre o combustível, que elevou o preço a 3,558, em fevereiro desse ano. O preço está acima do verificado em Dourados, onde o litro da gasolina sai por R$ 3,634.

Quem abastece em Paranaíba e Nova Andradina também paga um dos preços mais altos do Estado, em média R$ 3,59. Esse valor é superior aos da média de todos os municípios de São Paulo. Em Coxim, o preço médio dos nove postos visitados é de R$ 3,580, mas pode chegar até R$ 3,630. Os menores preços do interior são de Três Lagoas e Ponta Porã.

Com valor médio de R$ 3,319, alguns postos de Ponta Porã fazem preços inferiores aos da Capital. Em contrapartida, quem não pesquisa pode pagar até R$ 3,379, que é o preço máximo constatado pela ANP. Em Três Lagoas, o litro sai pela média de R$ 3,488, mas varia entre R$ 3,359 e R$ 3,529.

Em Campo Grande e Ponta Porã, a diferença entre o preço feito pela distribuidora e pelos postos não passa de R$ 0,459, enquanto em Três Lagoas a margem é de R$ 0,530 e nos outros municípios passa de R$ 0,626, segundo a ANP.

Reajuste – Em fevereiro, após o reajuste de R$ 0,22 sobre os impostos, o preço médio do litro da gasolina em MS chegou a R$ 3,46, o que a fez a quinta mais cara do país. O aumento foi de R$ 0,33, equivalente a 10,79%, em comparação com o valor médio de R$ 3,123, cobrado antes dos aumentos referentes ao PIS (Programa de Integração Social) e a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social).

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