Cassilândia, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

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31/03/2016 17:47

Policiais civis vão parar por 12 horas para pedir valorização da categoria

Thiago de Souza, Campo Grande News

Aproximadamente 2000 policiais civis de Mato Grosso do Sul vão cruzaros braços, por 12 horas, nessa sexta-feira (1), em protesto contra o descaso do poder público com a categoria. A ato é chamado de “Dia de Alerta”, onde os policiais vão se concentrar na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) no Centro da Capital.

A paralisação dos trabalhos foi decidida no dia 11 deste mês, em assembleia realizada no Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul), disse o presidente da entidade, Gian Carlo Miranda.

As reividicações dos policiais civis vão desde o estado de conservação das viaturas, infraestrutura das delegacias de polícia, equipamentos de segurança, como coletes a prova de balas, até o reajuste salarial da categoria.

O pedido de remuneração do Sinpol, que não quis citar valores, é que o governo adote o subsídio de nível superior à categoria, e não o de nível médio, que segundo a entidade é praticada atualmente.

Miranda contou que o descaso com a categoria é histórico. Ele reconhece que o Governo do Estado dialoga com o servidor, mas até agora não foi possível fechar um acordo.

O dirigente disse que o protesto foi divulgado previamente, e que 30% do efetivo estará em serviço. Ele alerta que, se não houver investimento e planejamento na segurança pública, a criminalidade pode avançar.

Ainda segundo o sindicalista, houve várias tentativas de negociação até que a categoria resolvesse parar. “O abono de R$ 200,00 oferecido hoje foi a gota dágua. Sabemos que a situação política e econômica é difícil, mas temos informações que o Governo tem condições de valorizar o servidor”, pontuou.

Nessa sexta-feira haverá mobilização também da Polícia Militar. A ACBMS (Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul), vai levar à categoria a proposta do governo do Estado de reajuste de R$ 200,00, a título de abono, para os servidores estaduais. Os militares recusaram a oferta e, durante a assembleia, vão discutir uma nova proposta para legar ao governo no dia 11 de abril.

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