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11/10/2004 08:22

Polícia têm pista do assassino do sertanista Apoena

Marina Domingos/ABr

O diretor da Polícia Civil do Estado de Rondônia, Carlos Eduardo Ferreira, disse à Agência Brasil que dez equipes compostas por policiais civis, militares e federais estão trabalhando nas investigações do assassinato do sertanista Apoena Meirelles, que foi morto com dois tiros na noite deste sábado (9) em Porto Velho (RO). “Começamos as investigações revendo todo roteiro do crime”, informou o ele.

Para o delegado da polícia civil, até agora a única hipótese que está sendo levantada é a de crime de latrocínio (roubo seguido de morte). Carlos Eduardo lembrou que as informações prestadas pela funcionária da Funai, que foi a única testemunha do crime, coincidem com essa hipótese. Ela estava presente ao assalto e disse à polícia que o sertanista reagiu ao assalto. “Até o momento a única hipótese levantada é que houve crime de latrocínio. Ele nunca se envolveu na questão dos índios com o garimpo”, disse ele.

O delegado informou ainda que, de acordo com as descrições da testemunha, o homem que matou o sertanista era branco, tinha cabelos curtos e usava boné e óculos de grau. Ele ressalta que outro motivo para suspeita de crime comum foi que o assassino fugiu numa bicicleta, o que em um crime encomendado seria feito de forma mais rápida. “Num crime sob encomenda ele não iria usar uma bicicleta“, avaliou Carlos Eduardo.

O Superintendente da Polícia Federal (PF), em Rondônia, Joaquim Cláudio Figueiredo, disse que os primeiros indícios revelam que foi mesmo um crime de latrocínio. Segundo ele, a polícia federal também está acompanhando as investigações ao lado da Polícia Civil de Rondônia, oferecendo todo apoio técnico necessário para encontrar o assassino do sertanista.

O superintendente informou que um dos trabalhos da PF está sendo tentar tornar mais nítidas as imagens das câmeras internas do caixa eletrônico do Banco do Brasil. “Estamos apoiando, mas a responsabilidade pela apuração e investigação do crime é da Polícia Civil”, explicou Figueiredo.

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