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26/10/2004 14:49

Polícia paulista quer prender mais 2 em MS por mortes

Maristela Brunetto / Campo Grande News

A polícia paulista encaminhou ao 1º Tribunal do Júri de São Paulo pedido de prisão para mais duas pessoas de Mato Grosso do Sul suspeitas de envolvimento na morte do empresário Antônio Ribeiro Filho e do geólogo Nicolau Ladislau Ervin Haralyi. Já há dois policiais civis e um militar do Estado presos e ainda há dois mandados de prisão a serem cumpridos em MS.
Se obtiver resposta positiva para o pedido de prisão, o que pode ocorrer até amanhã, a equipe de delegados deve voltar ao Estado. Os nomes das pessoas não foram revelados pela polícia paulista. Há outros dois que tiveram a prisão decretada e estão foragidos: Valdenira Carloto de Alencar Alpires e Alberto Aparecido Nogueira.
A mulher teria relacionamento com um dos presos, segundo o delegado da DHPP (Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de São Paulo), Flávio Rosa. Ele diz que foi apurado que ela teria ajudado a identificar os hábitos das vítimas. Conforme o delegado, os presos não revelam informações sobre a mulher, dando a impressão de que ela está “muito bem escondida”.
O geólogo foi morto em julho em São Paulo e o empresário no começo de agosto em Guarujá. Os dois eram sócios de uma empresa dona de fazenda no Mato Grosso, onde haveria jazidas de pedras preciosas, como diamantes. A titularidade deles no empreendimento foi alterada de forma fraudulenta e passaram a figurar como sócios Nauriá Alves de Oliveira e o sargento da reserva da PM de Mato Grosso, Delci Baleeiro de Souza, respectivamente secretária e segurança do ex-governador de Mato Grosso, Júlio Campos, apontado como suposto mandante das mortes.
O PM Nelson Barbosa de Oliveira é apontado como autor dos disparos que mataram os dois. Ele e os policiais civis Eduardo Minare Higa e Ezaquiel Leite Furtado (aposentado) seriam transferidos hoje de São Paulo para casa de detenção em Mauá (SP).
A polícia paulista faz segredo sobre quem seria o elo entre o suposto mandante e os contratados para o crime.

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