Cassilândia, Segunda-feira, 15 de Outubro de 2018

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16/01/2018 17:32

Polícia conclui investigação e estudante responderá por omissão de socorro

G1 MS
Acidente causou a morte da advogada Carolina Albuquerque, de 24 anos (Foto: G1MS)Acidente causou a morte da advogada Carolina Albuquerque, de 24 anos (Foto: G1MS)

A Polícia concluiu a investigação sobre a suposta fuga do estudante de medicina João Pedro Miranda da Silva Jorge, de 23 anos, em Campo Grande. Além de se envolver no acidente que causou a morte da advogada Carolina Albuquerque, de 24 anos, ele também conduzia a caminhonete quando colidiu em um carro, fato que ocorreu há exatamente 1 ano. O jovem foi indiciado por omissão de socorro, enquanto o pai pode responder por fraude processual, ainda conforme a polícia.

"Nós concluímos o TCO e encaminhamos ao juizado. As testemunhas ouvidas confirmaram que o estudante é quem dirigia e saiu do local do acidente. Com relação ao pai dele, a documentação do seguro ainda não chegou na delegacia, porém a informação é que a esposa é quem acionou. Algumas buscas ainda serão realizadas e o pai do jovem intimado para depoimento. O estudante já foi indiciado por omissão de socorro", afirmou ao G1 a delegada Christiane Grossi, responsável pelas investigações.

Entenda o caso
Durante o interrogatório no caso do acidente da avenida Afonso Pena, em que a advogada morreu e o filho dela ficou ferido, a polícia o questionou sobre uma batida anterior, ocorrida no dia 21 de janeiro, no cruzamento da avenida Euler de Azevedo com a Tamandaré. Na ocasião, ele afirmou ao delegado plantonista, Enilton Zalla, que "não teve culpa e o acidente resultou somente em danos materiais".

Em seguida, a investigação obteve a informação de que o estudante fugiu do local deste acidente e o seu pai poderia ter assumido a direção em seu lugar. As informações foram confirmadas por meio de um boletim de ocorrência, registrado como evasão, pelas vítimas. A autoria, porém, foi registrada em nome de um funcionário público de 63 anos, que seria pai do suspeito.

Outro agravante é que, no caso da batida na avenida Afonso Pena, uma testemunha contou à polícia que viu o momento em que o jovem disse: "Eu vou embora, pois, não posso me envolver em acidente de novo”, comentou o delegado na época.

Se os fatos confirmarem, a investigação acredita ser este um “agravante gravíssimo” para o estudante. “Realmente pode ser algo que o comprometa bastante na Justiça. Temos o documento do boletim de trânsito. Se o fato se confirmar, o suspeito será indiciado por mais este crime”, ressaltou Zalla na ocasião.

Em seguida, a investigação obteve a informação de que o estudante fugiu do local deste acidente e o seu pai poderia ter assumido a direção em seu lugar. As informações foram confirmadas por meio de um boletim de ocorrência, registrado como evasão, pelas vítimas. A autoria, porém, foi registrada em nome de um funcionário público de 63 anos, que seria pai do suspeito.

Outro agravante é que, no caso da batida na avenida Afonso Pena, uma testemunha contou à polícia que viu o momento em que o jovem disse: "Eu vou embora, pois, não posso me envolver em acidente de novo”, comentou o delegado na época.

Se os fatos confirmarem, a investigação acredita ser este um “agravante gravíssimo” para o estudante. “Realmente pode ser algo que o comprometa bastante na Justiça. Temos o documento do boletim de trânsito. Se o fato se confirmar, o suspeito será indiciado por mais este crime”, ressaltou Zalla na ocasião.

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