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05/02/2010 10:15

PM prende mulher com maconha, coca, remédio e dinheiro na vagina

24horasnews

A Polícia Militar “abortou” a entrada de uma mulher com droga na vagina na Penitenciária Central de Mato Grosso (antigo Pascoal Ramos). O que chamou a atenção, no entanto, foi a grande quantidade de coisas que mulher carregava no órgão genital: mais de 200 gramas de pasta base de cocaína, uma porção de maconha, um frasco plástico com remédio e R$ 112,00 em dinheiro. “Ou eu levava a droga para dentro do presídio, ou o traficante me matava”, justificou Juliana Vilma da Silva Lucas Evangelista, de 38 anos, autuada em flagrante por tráfico de drogas.

Com a droga na vagina, Juliana se mostrou um tanto quanto nervosa ao entrar na fila para visitar o preso Paulo Sérgio Pereira da Silva. Uma policial militar de plantão no Corpo da Guarda da Penitenciária Central percebeu o nervosismo da mulher e resolveu questioná-la.

Juliana ficou ainda mais nervosa e resolveu confessar que estava transportando um embrulho dentro da vagina, mas alegou desconhecer o que havia dentro. Com a ajuda da policial militar, o pacote foi retirado.

No pacote transferido para o Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc-Sul) do Coxipó, havia cocaína, maconha, o medicamento Trifem, de uso controlado, e dinheiro. Juliana foi autuada em flagrante pelo delegado Roberto Nassuo Ohara, e já está recolhida à Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto.

Juliana Evangelista estava bem próxima de sofrer uma execução conhecida no mundo da droga como “acerto de contas”. Ela confessa que comprou fiado uma porção de pasta base de um traficante conhecido como Milton”, chefe de uma “boca” localizada na Rua 29 do bairro Pedra 90, região do Coxipó.

Sem poder pagar a mais de um mês, Juliana, que apesar de ser usuária de droga é uma mulher honesta e trabalhadora, vinha sendo ameaçada de morte, até o traficante a encontrou na rua e fez uma proposta.

Para liquidar a dívida de mais de R$ 100.00 com que tinha com o tráfico, ela teria que levar um embrulho para dentro da Penitenciária Central no dia da visita. Julina conta que na noite da última quarta-feira, recebeu a visita de um motoqueiro, que foi levar para ela um embrulho.

O mensageiro que levou a droga para Juliana ainda levou uma recomendação, para que ela não abrisse o embrulho. Na manhã desta quinta-feira (04), já presa, Juliana conversou com a reportagem do Portal 24 Horas News, quando confirmou as ameaças de morte.

“Eu não sabia o que estava dentro do embrulho, mas tive que levar assim mesmo. Caso contrário eu seria executada, pois sou usuária de drogas e estava devendo para o traficante”, afirmou Juliana. (JRT).

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