Cassilândia, Sexta-feira, 19 de Abril de 2019

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15/04/2019 11:40

Pesquisador utiliza imagens térmicas para identificar animais do Pantanal

Campo Grande News

Um projeto desenvolvido por pesquisador da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) está ajudando a identificar animais do Pantanal sul-mato-grossense. Desenvolvido com técnicas de inteligência artificial, o programa consegue mapear as espécies através de imagens térmicas.

A pesquisa foi desenvolvida por Mauro dos Santos de Arruda no Programa de Mestrado em Ciência da Computação da UFMS durante a dissertação “Identificação de Espécies de Animais do Pantanal usando Imagens Térmicas e Redes Neurais Convolucionais”.

Conforme o pesquisador, Mato Grosso do Sul enfrenta redução do número de várias espécies, principalmente por conta da expansão da agropecuária. Com o projeto, é possível detectar, através de armadilhas fotográficas, locais com maior passagem de animais e assim promover um levantamento da população de cada região, para traçar metas de proteção.

Para isso, uma nova metodologia que usa imagens térmicas para localizar o animal na cena foi criada e aprimorada com o uso das Redes Neurais Convolucionais – uma técnica que utiliza tecnologias de visão de máquina e softwares de inteligência artificial juntamente com uma câmera.

Pesquisa - As pesquisas de Mauro começaram ainda na graduação, no Câmpus de Ponta Porã (CPPP), durante um estágio feito na Companhia Energética do Estado de São Paulo.

“Inicialmente, a proposta era fazer levantamento da população animal nos locais de instalação de hidrelétricas. Era uma metodologia visual, onde os pesquisadores sobrevoavam a região e faziam a contagem. A Cesp queria automatizar isso, aí surgiu à ideia de usar a câmera térmica para identificar o animal na imagem e fazer a detecção, classificação desse animal e assim, o levantamento populacional”.

A partir disso, a pesquisa criou uma rede para classificação das espécies, dividida a oito classes: anta, arara-canindé, capivara, cateto, papagaio-verdadeiro, quati e tamanduá-bandeira, muitos desses animais em extinção. “O grande diferencial dessa abordagem é usar a parte térmica para a localização e a visual para reconhecer que classe é o animal”, diz Mauro.

Já no mestrado, Mauro desenvolveu um método automático para fazer o reconhecimento e levantamento de população de espécies de animais do Pantanal. Para isso, usou as Redes Neurais Convolucionais.

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