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27/11/2013 15:23

Pela 1ª vez, em mais de 20 anos, Afonso Pena e 14 não terão luzes de Natal

Campo Grande News

O Natal não chegará às principais vias de Campo Grande e pode refletir no "espírito natalino" dos consumidores. Basta uma pergunta rápida nas ruas, se não está faltando nada na estrutura que já deveria estar sendo montada para receber a decoração, e a resposta é de que nem parece que 25 de dezembro se aproxima.

Este ano, a prefeitura anunciou que não montará a tradicional decoração na Afonso Pena, depois de mais de 20 anos de avenida iluminada no Natal. Eram grandes árvores de luz, depois algumas peças com os símbolos natalinos e, em 2012, os detalhes foram até margear a ciclovia.

O divulgador Murilo Dominguez, de 21 anos, se surpreende quando anunciado que a decoração ficará restrita à Cidade do Natal. “Caramba, é a primeira vez, não é? A cultura do Natal em Campo Grande está acabando”, comenta.

Segundo o diretor-presidente da Fundac (Fundação Municipal da Cultura), Julio Cabral, a iluminação deve ser concentrada em pontos e não nas ruas.

Neste ano, em vez da avenida Afonso Pena e da 14 de Julho, a decoração chega ao Mercadão, à Praça Ari Coelho, Morada dos Baís e Paço Municipal, além da Cidade do Natal. Até o momento, a prefeitura informou que depende de parcerias para fechar outros pontos, mas que a maior parte vai se concentrar mesmo nos altos da avenida.

“É triste, não é? Antigamente era toda a cidade, principalmente a 14”, afirma a autônoma Cláudia Gorete, de 32 anos.

Na 14 de Julho, a técnica de enfermagem, Vanilza da Silva, de 33 anos, olha ao redor e fala que por enquanto está tudo sem graça, apagado. “Porque todo ano colocam enfeites e a cidade fica em festa. Assim fica apagada, na verdade do Natal está parecendo dia normal”.

Quem fica atrás do balcão no comércio já pensa no reflexo das vendas. Quando nada na rua anuncia que o Natal está chegando, é difícil consumidor ir às compras. “Querendo ou não a decoração é o espírito de Natal. Se perde nas vendas porque nem parece Natal”, fala a caixa Mayra Martins Carvalho, de 23 anos.

A vendedora Luana Oruê, de 21 anos, sente de imediato o que a falta do Natal nas ruas proporciona no trabalho.

“Quando está decorado, todo mundo vê que começou o Natal. As vendas melhoram quando está tudo enfeitado, a pessoa entra no clima e quer comprar”, classifica.

A iluminação nas ruas e na Cidade do Natal se acenderá no dia 12 de dezembro.

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