Cassilândia, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

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11/03/2005 15:31

Pecuaristas anunciam pacote contra indústria frigorífica

Maristela Brunetto e Aline Rocha / Campo Grande News

Ao final de mais de cinco horas de discussão durante reunião do Fórum Nacional da Pecuária de Corte, reunindo representantes de sete estados em Campo Grande, os pecuaristas reafirmaram o propósito de comprar briga com a indústria frigorífica em busca de melhores preços pelos bovinos vendidos. Eles anunciaram um pacote de ações.
O produtores de Mato Grosso do Sul decidiram atribuir à Famasul (Federação da Agricultura de Mato Grosso do Sul) a tarefa de regular o mercado da carne. Ainda em busca de melhor renda, decidiram também reafirmar o propósito de reduzir a oferta de bovinos. Cada produtor irá definir quanto pode reter de animais no pasto.
A tendência é que em outros estados também as federações sejam intermediárias. Em Goiás, a central de compras deve estar ativada no dia 18. Aqui no Estado, ainda não se falou em prazo. Hoje, ao fim da reunião, na Acrissul, cerca de 200 pecuaristas já tinham assinado termo dando carta branca à Famasul.
Ainda na reunião foi acertada a apresentação de denúncia ao Cade (Conselho de Administrativo de Defesa Econômica) contra frigoríficos na semana que vem. A proposta não era nova, mas estava demorando em função de análises jurídicas, já concluídas, segundo o presidente do Fórum Nacional da Confederação Nacional da Agricultura, Antenor Nogueira. Ele diz que a indústria nega o preço combinado, mas os pecuaristas afirmam que há.
Nogueira usou o termo “loteamento de pecuaristas” para explicar que os frigoríficos estariam combinando o raio de atuação, dessa forma não haveria concorrência.
A arroba está sendo vendida a R$ 54. Os produtores não falam em preço ideal, mas sugerem que o esperado era R$ 60. Seria um valor para ajudar a acabar com os prejuízos que os pecuaristas apontam estarem sofrendo.
O presidente da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul, Carlos Sperotto, apresentou outra sugestão para tentar minimizar as perdas dos produtores. Segundo ele, o rastreamento deveria ser na fase pós-frigorífico, o que permitiria a divisão do ônus.

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