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25/06/2013 17:19

Pecuarista é condenado a 19 anos de prisão por mandar matar cassilandense

Nadyenka Castro, Campo Grande News
Oswaldo foi a júri popular nesta terça-feira, no Fórum de Campo Grande. (Foto: Marcos Ermínio)Oswaldo foi a júri popular nesta terça-feira, no Fórum de Campo Grande. (Foto: Marcos Ermínio)

O pecuarista Oswaldo José de Almeida, de 54 anos, que pagou R$ 50 mil pela morte do advogado Nivaldo Nogueira de Souza, foi condenado nesta terça-feira a 19 anos de prisão em regime fechado. O júri popular entendeu que o crime foi cometido por motivo torpe – vingança -, sem recurso que dificultou a defesa da vítima e que não houve formação de quadrilha.

Na sentença, o juiz Carlos Alberto Garcete, da 1ª Vara do Tribunal do Júri, explica que a pena base para o crime de homicídio é de 12 a 30 anos de prisão. Para o cálculo da pena de Oswaldo, foi levado em consideração a decisão dos jurados, a ficha criminal do pecuarista, o entendimento dele sobre o crime e a confissão.

A defesa de Oswaldo havia pedido redução de pena por conta da confissão. O magistrado entendeu que não seria justo reduzir mais, porque o pecuarista só fez as declarações em maio deste ano, quatro anos após o homicídio, e depois dos demais envolvidos terem sido julgados e delatado-o.

O crime aconteceu em março de 2009, em Costa Rica, 305 quilômetros de Campo Grande. Nivaldo estava em um bar do município quando foi atingido por tiros.

Outros sete envolvidos no crime já foram julgados. Três absolvidos. Edoildo Ramos, Jair Roberto Cardoso e Willia Inácio Rodrigues eram acusados de homicídio doloso e formação de quadrilha.
A denúncia da promotoria afirmava que os três intermediaram a contratação de outras quatro pessoas envolvidas na execução do advogado.

O pecuarista está no Presídio Federal e, durante o julgamento realizado nesta terça-feira, afirmou que pagou R$ 50 mil pelo assassinato de Nivaldo.

Para justificar o crime, Oswaldo afirmou que teve problemas durante vários anos com o advogado. O pecuarista foi cliente de Nivaldo durante alguns anos e conta ter sofrido perseguição após desentendimento com ele.

 

NR: o advogado Nivaldo Nogueira de Souza, natural de Cassilândia, era filho do Oficial de Justiça aposentado Paulo Carneiro de Souza. 

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