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12/05/2015 09:52

Partidos mudam comando visando eleições municipais

Willams Araújo/Conjuntura Online
Giroto deve assumir comando do PR em MSGiroto deve assumir comando do PR em MS

Em fase de reestruturação e atentos ao desenrolar da campanha rumo às eleições municipais do ano que vem, alguns partidos começam a mudar de comando em Mato Grosso do Sul.

O ex-deputado federal e secretário-executivo do Ministério dos Transportes, Edson Giroto, assumirá o comando regional do PR, hoje presidido pelo ex-deputado estadual Londres Machado.

De olho na sucessão do prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP) em 2016, Giroto já acertou os ponteiros com Londres, que ficará como vice-presidente-regional e principal articulador da campanha do partido na Capital e nos demais municípios do Estado.

O PR também deve sofrer eventuais alterações na Capital, onde atualmente é dirigido pelo ex-deputado estadual Antonio Carlos Arroyo. Se o republicano for indicado para o TCE-MS (Tribunal de Contas do Estado) terá de deixar os quadros da legenda.

No dia 16 de janeiro, o TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) ratificou decisão proferida pelo STJ (Superior Tribunal Federal) que deferiu a liminar suspendendo os efeitos do Decreto "P", nº 5.451, de 23 de dezembro de 2014, nomeando Arroyo para o cargo de conselheiro do TCE-MS. Apesar disso, o caso ainda está sendo julgado.

O desejo da cúpula republicana é se unir ao PSDB do governador Reinaldo Azambuja onde for possível, mas o confronto na capital será inevitável, até porque Giroto é ligado ao ex-governador André Puccinelli (PMDB), principal adversário do tucano do Estado.

Pelo encaminhamento que as lideranças políticas têm dado até o momento, PR, PMDB, PT e PSDB terão candidatos em 2016 na Capital. A preferência da cúpula tucana é pelo nome da vice-governadora Rose Modesto, mas outros nomes estão à disposição do partido, como o do secretário Carlos Alberto Assis (Administração).

Por um motivo ou outro, partidos de menor densidade eleitoral, os chamados nanicos, já promoveram mudanças no comando regional, como foi o caso do PRP, hoje dirigido por Alcina Reis, secretária de Janete Moraes, candidata vice derrotada na chapa de Nelsinho Trad ao governo do Estado em 2014.

Todos os membros que integravam a direção regional do PRP, antes presidida por Dorival Betini, trocaram de lado, alguns dos quais estão de malas prontas para se abrigar no PSDB e no PR.

O nanico PHS também está em processo de reestruturação. Há dias, Iara Costa deixou o comando regional da legenda.

Indiciados por crime sexual contra adolescentes, o vereador Alceu Bueno entregou no mês passado a presidência do PSL, carta de renúncia coletiva que inclui outros dois membros da diretoria do partido. Contudo, ele permanece filiado à legenda.

Além de Alceu Bueno, renunciaram Américo Ferreira da Silva Neto, secretário-geral do partido, e Jefferson Assis de Oliveira, tesoureiro-geral.

A carta diz que a renúncia decorre de motivos pessoais e se deve ainda à impossibilidade de conciliar “atribuições atuais com funções na agremiação.”

Em nota, a cúpula nacional do PSL informou que tomará providências para não deixar o partido sem comando no Estado.

“O PSL constituirá nova Comissão Provisória no Mato Grosso do Sul devido à renúncia coletiva do atual diretório presidido pelo vereador Alceu Bueno enviada, hoje (24), à Executiva Nacional”, mencionou o comunicado.

A direção nacional do PTB não descarta mudar o comando do partido em Mato Grosso do Sul, atualmente nas mãos de Ivan Louzada.

Insatisfeitos com desempenho do partido nas urnas nos últimos pleitos, os principais caciques da legenda getulista pensam em novas estratégicas.

O próprio Louzada admite entregar o PTB para o deputado federal Luis Henrique Mandetta, presidente regional do DEM, desde que a ideia de incorporação seja aprovada pelos dois partidos em nível nacional.

A direção nacional petebista já foi procurada pelo ex-prefeito Nelsinho Trad, que deseja assumir o comando regional do PTB, que já foi presidido pelo seu pai, o então deputado federal Nelsinho Trad (falecido).

No entanto, Louzada diz desconhecer eventuais investidas do ex-prefeito a fim de derrubá-lo do comando regional.

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