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09/12/2004 13:57

Palocci: "agronegócio continuará como âncora"

FamasulNoticias

O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, afirmou hoje que o agronegócio foi o setor capaz de restabelecer na última década o ritmo das exportações do País. Ele disse também que as contas externas do País têm no agronegócio uma contribuição fundamental. E que o Ministério da Fazenda tem se dedicado a atender as demandas do Ministério da Agricultura na liberação de recursos.

Ele fez essas afirmações ao deixar o Ministério da Agricultura, onde participou de café da manhã com o ministro Roberto Rodrigues e parlamentares da bancada ruralista. Palocci salientou que o agronegócio "continuará sendo a âncora fundamental para o desenvolvimento do País".

Em relação ao pedido dos parlamentares para que o Ministério da Agricultura tenha em 2005 pelo menos R$ 2 bilhões para políticas de apoio à comercialização, Palocci disse que a proposta orçamentária foi enviada ao Congresso Nacional e que o relator Romero Jucá está revendo e adequando as demandas aos novos indicadores da economia. "Na verdade teremos algum nível de curso para atender uma demanda bastante extensa de todos os lados", comentou.

O ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, não falou com os jornalistas ao fim do encontro, mas o secretário de Política Agrícola da pasta, Ivan Wedekin, disse que a expectativa de dificuldades para o setor agrícola em 2005 não impedirá que o agronegócio brasileiro "seja muito forte e um dos mais competitivos do mundo". De acordo com ele, o setor é uma "fortaleza" que contribuiu para a economia do País.

A avaliação do secretário é que a expectativa de piora do cenário para comercialização dos produtos agrícolas em 2005 não caracteriza uma crise. "Mas precisaremos de uma ponte para assegurar a competitividade do setor", comentou.

O secretário comentou que será preciso fazer, nas próximas duas semanas, uma articulação no Congresso Nacional para que os parlamentares destinem mais recursos para as políticas de apoio à comercialização da safra agrícola. "Precisamos de um orçamento real, que tenhamos um lastro, ou seja, que os recursos não sejam virtuais, sem fontes efetivas de receita", afirmou.

O Orçamento 2005 prevê R$ 500 milhões para políticas de apoio à comercialização de produtos agrícolas, como por exemplo, contratos de opção (que garantem ao produtor vender um produto ao governo a preço pré-estabelecido), linhas de estocagem e compras da agricultura familiar. Parlamentares pedem pelo menos R$ 2 bilhões para comercialização.






Fabíola Salvador

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