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30/03/2014 08:00

Pães produzidos em presídio reforçam alimentação de população carente

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Pães produzidos em presídio reforçam alimentação de população carente

Pães produzidos no Estabelecimento Penal de Cassilândia são distribuídos a entidades sociais, creches, escolas, hospitais, trabalhadores da limpeza pública e famílias carentes do município, entre outros.

A iniciativa existe há cerca de sete anos e faz parte de uma parceria entre a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) e a Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Bem Estar Social, e tem o objetivo aproveitar o trabalho prisional em benefício da sociedade, além de ser uma forma de ressocializar os internos.

De acordo com o diretor do presídio, José Ronaldo da Silva, são produzidos mais de 9,2 mil pães por semana. No local, trabalham seis reeducandos. além de remição de um dia na pena a cada três de serviços prestados, recebem remuneração conforme a produtividade.

A padaria do presídio conta com 26 equipamentos, entre fornos, batedeiras, cilindros e outros, algumas adquiridas com recursos do Depen (Departamento Penitenciário Nacional) e outros fornecidos pela prefeitura.

Entre os beneficiados com o projeto estão a Apae (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais), Creche Bom Jesus, Lar Idosos e O Lar da Criança. No total, são 28 entidades cadastradas para recebimento diário dos pães; a distribuição acontece de segunda a sexta-feira.

A padaria existe desde outubro de 2006, mas o presídio só iniciou a parceria com a Prefeitura de Cassilândia um ano depois. Além da estruturação física, na época foi realizado um curso de panificação oferecido para cinquenta internos, custeado pelo Depen em parceria com a Agepen. Conforme a direção do presídio, as capacitações ainda são constantes.

Trabalhar na padaria do presídio de Cassilândia, além de contribuir para a disciplina interna, representa para o internos uma oportunidade para serem reinseridos no mercado de trabalho, pois, conforme a direção do presídio, vários internos que progrediram de regime ou conquistaram a liberdade conseguiram trabalho em empresas de panificação da cidade, graças ao curso que fizeram e à experiência adquirida no local.

Keila Oliveira

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