Cassilândia, Sexta-feira, 09 de Dezembro de 2016

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01/04/2015 20:01

O recado do padre Antonio Maurilio

Padre Antonio Maurilio

 

CARATINGA (MG) - Durante celebração eucarística, presidida pelo bispo diocesano, dom Emanuel Messias de Oliveira, no Santuário de Adoração, em Caratinga, os seminaristas Dione José Vieira Leandro e Reginaldo Pires Amâncio foram ordenados diáconos.

A celebração, que aconteceu na tarde deste domingo, 8 de fevereiro, reuniu dezenas de padres e contou com a presença de centenas de fiéis de diversas paróquias da diocese.
Em sua homilia, o bispo lembrou a fundamentação bíblica do diaconato, lembrando que o diácono é aquele que serve. “Aquele que serve aqui no ambão, da Palavra, e no altar, da Eucaristia”, disse o bispo.
Dirigindo-se aos ordenandos, o bispo afirmou que a vida dos novos diáconos deverá ser uma vida de dedicação à Igreja, através da liturgia, e aos irmãos, através da caridade. “Uma vida de dedicação a Deus e ao povo de Deus. Que vocês possam no exercício do diaconato de vocês vivenciar essa realidade do serviço, com a graça de Deus e com a força do Espírito Santo”, concluiu o bispo.
Seguiu o rito tradicional de ordenação, incluindo os momentos fortes da ladainha cantada, da imposição das mãos pelo bispo e prece de ordenação e da vestição dos novos diáconos. Ao fim do rito de ordenação, o bispo acolheu os diáconos no clero diocesano, com um abraço, e os apresentou à comunidade e presente, momento em que foram fortemente aplaudidos.
Ao final da celebração, o diácono Reginaldo dirigiu breves palavras de gratidão, relembrando o caminho de caminhada formativa percorrida pelos dois ordenados. Em sua fala, considerou que a chegada à ordenação diaconal só foi possível graças à oração de todos e concluiu, pedindo que os cristãos em geral perseverassem na oração, a fim de que pudessem, misericordiosos e diligentes, proceder em harmonia com a verdade do Senhor, que se fez servidor de todos.

Juramento: Antecedendo o momento da ordenação diaconal, os dois candidatos ao diaconato realizaram na noite de sábado, 7 de fevereiro, o juramento e a profissão de fé.
O ritual aconteceu durante celebração eucarística, na Catedral de São João Batista, em Caratinga, e também foi presidida pelo bispo diocesano, dom Emanuel Messias de Oliveira.
Os seminaristas Dione e Reginaldo são naturais das paróquias de Santa Margarida e Rosário Vilanova, respectivamente. Ingressaram juntos no Seminário Propedêutico São José, em Ubaporanga, em 2007.
11 de fevereiro de 2015 17:26

Precisamos purificar o nosso coração de toda maldade

• “O que torna impuro o homem não é o que entra nele vindo de fora, mas o que sai do seu interior” (Marcos 7, 15).
• Precisamos purificar o nosso coração de toda maldade. São as coisas que se acumulam dentro de nós que vão modelando o nosso comportamento e direcionando as nossas ações.
• O Evangelho de hoje é uma continuação do evangelho de ontem.
• Vemos que Jesus entrando na contra mão mais de uma vez com os fariseus, porque estes O interpretam mal, têm maldade na forma de vê-Lo e indagam por que os Seus apóstolos não haviam lavado as mãos antes das refeições.
• Jesus com muita autoridade afirma que o que torna impura a pessoa não é aquilo que come e bebe.
• Não é o fato de comermos ou bebermos sem lavar as mãos. O Senhor ressalta que o que torna o homem impuro é aquilo que sai dele, de nossa natureza humana, porque dentro de nós estão escondidos os maus desejos, as más intenções, os julgamentos, as fofocas e a maldade.
• Quando não gostamos de alguém ou queremos mal a ele, isso nasce dentro de nós (não é fora de nós, pois não é a pessoa que provoca isso em nós).
• É o que já está dentro de nós que vem à tona para falarmos mal, para querermos mal e desejarmos o mal a essa pessoa.
• Quando alguém cai no pecado do adultério, por exemplo, não é o outro de fora que o provocou, mas dentro do coração dessa pessoa é que ela foi alimentando a sensualidade e as impurezas.
• Ninguém adultera de uma hora para outra; isso ocorreu porque ela foi alimentando certas situações que foram crescendo dentro dela.
• Da mesma forma, ninguém mata alguém da noite para o dia; a ira, a raiva e o ressentimento vão se acumulando no interior da pessoa, até que chega um momento em que ela perde a cabeça, a direção e os sentidos.
• E se ao olharmos para as outras situações da vida, perceberemos que são as coisas que se acumulam dentro de nós vão modelando o nosso comportamento e direcionando as nossas ações.
• A maioria das vezes nós nos preocupamos tanto com o exterior, com a beleza externa, com o cuidar do cabelo, cuidar disso e daquilo e nos esquecemos do essencial: de cuidar daquilo que está dentro de nós; de cuidar e de purificar o próprio coração, de tirar de dentro de nós as maldades que vão se acumulando, as ambições desmedidas, as fraudes, a devassidão, a inveja, o orgulho, a calúnia, e sobretudo a falta de juízo.
• È dentro de nós que as coisas se processam, se formam. Existem situações mal resolvidas em nossa vida sobre as quais nós simplesmente jogamos uma “pá de terra” em cima, aquilo fica guardado, esquecido, e depois vem com uma força, depois aquilo volta e se torna um verdadeiro monstro dentro de nós.
• Por isso precisamos ser aplicados, diligentes, determinados para cuidar das coisas mal resolvidas no nosso interior e em nosso coração.
• Seremos melhores, a nossa vida terá mais gosto e mais sabor quando pararmos de nos preocupar com a vida dos outros
18 de fevereiro de 2015 18:19

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2015 - "Fraternidade: Igreja e Sociedade": "Eu vim para servir". (Cf: Mc10,45)

45• Com o tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10, 45), a Campanha da Fraternidade (CF) 2015 buscará recordar a vocação e missão de todo o cristão e das comunidades de fé, a partir do diálogo e colaboração entre Igreja e Sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II.
• A CF com o texto base mostra a dimensão da vida em sociedade que se baseia na convivência coletiva, com leis e normas de condutas, organizada por critérios e, principalmente, com entidades que “cuidam do bem-estar daqueles que convivem”.
• Campanha da Fraternidade 2015 nos convida a refletir, meditar e rezar a relação entre Igreja e sociedade.
• retomaremos os ensinamentos do Concílio Vaticano II. Ensinamentos que nos levam a ser uma Igreja atuante, participativa, consoladora, misericordiosa, samaritana.
• Sabemos que todas as pessoas que formam a sociedade são filhos e filhas de Deus. Por isso, os cristãos trabalham para que as estruturas, as normas, a organização da sociedade estejam a serviço de todos.
• Serão reflexões sobre “Histórico das relações Igreja e Sociedade no Brasil”, “A sociedade brasileira atual e seus desafios”, “O serviço da Igreja à sociedade brasileira” e “Igreja – Sociedade: convergência e divergências”.
• Será aprofundada a relação Igreja e Sociedade à luz da palavra de Deus, à luz do magistério da Igreja e à luz da doutrina social.
• Uma visão social a partir do serviço, diálogo e cooperação entre Igreja e sociedade, além de refletir sobre “Dignidade humana, bem comum e justiça social” e “O serviço da Igreja à sociedade”.

TEMPO DA QUARESMA (Cor Roxa)
HOMILIA DAS LEITURAS DA QUARTA-FEIRA DE CINZAS

Primeira leitura: Joel 2, 12-18
• Joel é provavelmente um sacerdote-profeta, que vive no Templo, depois do exílio. Fiel ao serviço da Casa de Deus, exorta o povo, que passa por uma grave carestia provocada por uma invasão de gafanhotos (1, 2-2, 10), à oração e à conversão.
• O próprio culto, no templo, tinha cessado (1, 13.16). O profeta, que sabe ler os sinais dos tempos, anuncia a proximidade do dia do senhor, e convida o povo ao jejum, à súplica e à penitência (2, 12.15-17).
• Convertei-vos, grita o profeta. O termo hebraico subjacente é schOb que significa arrepiar caminho, regressar.
• O povo que virara costas a Deus, devia voltar novamente o coração para Ele, e retomar o culto no templo, um culto autêntico, que manifestasse a conversão interior.
• O povo pode voltar novamente para Deus, porque Ele é misericordioso (v. 13), e também pode mudar de idéia e voltar atrás (v. 14).
• Um amor sincero a Deus, uma fé consistente, e uma esperança que se torna oração coral e penitente, darão ao profeta e aos sacerdotes as devidas condições para implorarem a compaixão de Deus para com o seu povo.

• Segunda leitura: 2 Coríntios 5, 20 - 6,2
• «Reconciliai-vos com Deus», é o apelo de Paulo. A reconciliação é possível, porque essa é a vontade do Pai, manifestada na obra redentora do Filho e no poder do Espírito que apóia o serviço dos apóstolos.
• O v. 21 é o ponto alto do texto, pois proclama o juízo de Deus sobre o pecado e o seu incomensurável amor pelos pecadores, pelos quais não poupou o seu próprio Filho (cf. Rm 5, 8; 8, 32).
• Cristo carregou sobre si o pecado do mundo e expiou-o na sua própria carne. Assim, podemos apropriar-nos da sua justiça-santidade.
• O Inocente tornou-se pecado para nos pudéssemos tornar justiça de Deus. E, agora, o tempo favorável para aproveitar essa graça: deixemo-nos reconciliar (katallássein) com Deus.
• O termo grego indica a transformação da nossa relação com Deus e, por consequência, da nossa relação com os outros homens.
• Acolhendo o amor de Deus, que nos leva a vivermos, não já para nós mesmos, mas para Aquele que morreu e ressuscitou por nós (w. 14s.), podemos tornar-nos nova criação em Cristo (5, 18).
• Evangelho: Mateus 6, 1-6.16-18
• Jesus pede aos seus discípulos uma justiça superior à dos escribas e fariseus, mesmo quando praticam as mesmas obras que eles.: «Guardai-vos de fazer as vossas boas obras diante dos homens, para vos tornardes notados por eles».
• Agora aplica esse princípio a algumas práticas religiosas do seu tempo: a esmola, o jejum e a oração. Há que estar atentos às motivações que nos levam a dar esmola, a orar, a jejuar, porque o Pai vê o que está oculto, os sentimentos profundos do coração.
• Se buscamos o aplauso dos homens, a vanglória, Deus nada tem para nos dar. Mas se buscamos a relação íntima e pessoal com Ele, a comunhão com Ele, seremos recompensados.
• A Liturgia da Palavra dá-nos, hoje, a orientação correta para vivermos frutuosa mente a Quaresma, tempo favorável de graça, dia de salvação.
• Penitência e arrependimento não são caminho de tristeza, de depressão, mas caminho de luz e de alegria, porque, se nos levam a reconhecer a nossa verdade de pecadores, também nos abrem ao amor e à misericórdia de Deus.
• O profeta, em nome de Deus, convida o povo a percorrer o caminho da esperança, fazendo penitência; os apóstolos recebem de Deus o ministério da reconciliação; a Igreja repete a boa nova: É este o tempo favorável é este o dia da salvação» (2 Cor 6, 2). Com todo o povo de Deus, somos convidados a arrepiar caminho, a voltar-nos para o Senhor, a deixar-nos reconciliar, a dar a Cristo ocasião de tomar sobre Si o nosso pecado, porque só Ele o conhece e pode expiar.
• Renovados pelo amor, podemos viver alegre e confiadamente na presença de Deus, nosso Pai, cumprindo humildemente tudo quanto Lhe agrada e é útil para os irmãos. E a presença do Pai, no mais íntimo de nós mesmos, garante-nos a verdadeira alegria.
• Jesus, no evangelho, mostra-nos qual deve ser a nossa atitude quando praticamos obras de penitência (tais como a esmola, a oração, o jejum), e insiste na retidão interior, garantida pela intimidade com o Pai.
• Era essa a atitude e a orientação do próprio Jesus em todas as suas palavras e obras. Nada fazia para ser admirado pelos homens. Nós podemos ser tentados a fazer o bem para obtermos a admiração dos outros. Essa atitude, fecha-nos em nós mesmos, projeta-nos para fora de nós, tornando-nos dependentes da opinião dos outros.
• Há, pois, que fazer o bem porque é bem, e porque Deus é Deus, e nos dá oportunidade de vivermos em intimidade e solidariedade com Ele, para bem dos nossos irmãos.
• Estar cheios de Deus, viver na sua presença, é a máxima alegria neste mundo, e garante-nos essa mesma situação, levada à perfeição, no outro.
• Converter-se "ao Evangelho"! O Evangelho para nós, mais do que um livro, é uma pessoa, Jesus Cristo. É necessária a "conversão" ao verdadeiro conhecimento de Cristo.
• Não um conhecimento intelectual, como aquele que se obtém nas aulas de teologia. É preciso um conhecimento de fé, uma experiência viva, como aquela de fala S. Paulo: "Na verdade, em tudo isso só vejo dano, comparado com o supremo conhecimento de Jesus Cristo, meu Senhor.
• Por Ele tudo desprezei e tenho em conta de esterco, a fim de ganhar Cristo ... Assim poderei conhecê-Io, a Ele, à força da Sua Ressurreição e à comunhão nos seus sofrimentos, configurando-me à Sua morte, para ver se posso chegar à ressurreição.
• Não que eu já tenha alcançado a meta, ou que já seja perfeito, mas prossigo a minha carreira para ver se de algum modo a poderei alcançar, visto que já fui alcançado por Jesus Cristd' (Fil 3, 8.10-13).
• Façamos nesta Quaresma as obras de penitência que pudermos. Mas façamo-Ias na intimidade e na presença do Senhor, que havemos de procurar na oração, na Eucaristia, na comunidade.
25 de fevereiro de 2015 11:00

Papa Francisco nomeia padre Luiz Gonçalves Knupp bispo de Três Lagoas-MS (Fonte: Arquidiocese de Maringá)

O papa Francisco nomeou nesta quarta-feira (25) padre Luiz Gonçalves Knupp bispo da diocese de Três Lagoas, Mato Grosso do Sul. Atualmente o presbítero é pároco da paróquia Menino Jesus de Praga e São Francisco Xavier em Maringá. Padre Knupp, como é conhecido, é o terceiro padre da arquidiocese de Maringá, nomeado bispo.
Os outros dois foram dom Vicente Costa, hoje bispo da diocese de Jundiaí-SP, e dom Edmar Peron, hoje bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo-SP. Por ocasião da nomeação do padre Luiz Gonçalves Knupp como bispo da diocese de Três Lagoas-MS, haverá coletiva à imprensa nesta quarta-feira (25) às 10h na Cúria Metropolitana.
A Cúria Metropolitana fica na Avenida Tiradentes nº 740, esquina com a Avenida Duque de Caxias. Nesta quarta-feira (25) haverá missa de ação de graças pela nomeação do padre Luiz Gonçalves Knupp como bispo de Três Lagoas-MS. Será às 19h na paróquia Menino Jesus de Praga e São Francisco Xavier em Maringá.

Biografia do monsenhor Luiz Gonçalves Knupp

Com a nomeação, padre Luiz passa a ser chamado de monsenhor até a sagração episcopal. Monsenhor Luiz Gonçalves Knupp nasceu em 29 de novembro de 1967, em Mandaguari-PR. É o nono filho de Antônio Knupp e Conceição Gonçalves Knupp. Bacharel em Filosofia pelo Instituto Filosófico Arquidiocesano de Maringá; bacharel em Teologia pelo Centro Interdiocesano de Teologia de Cascavel – PR (CINTEC); pós-graduação lato sensu em formação de educadores pela Faculdade Jesuíta de Filosofia de Teologia. Monsenhor Luiz Knupp foi ordenado diácono em 26 de dezembro de 1998 na Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória em Maringá; ordenado presbítero em 24 de abril de 1999 na Paróquia Bom Pastor em Mandaguari. Atualmente é pároco da paróquia Menino Jesus de Praga e São Francisco Xavier em Maringá; desde 2013, é membro da coordenação da Ação Evangelizadora da arquidiocese de Maringá (responsável pela dimensão pastoral da Igreja Católica na arquidiocese), e membro do Conselho Presbiteral da arquidiocese.
De 2007 a 2013, no regional Sul 2 da CNBB, que compreende a Igreja Católica no Paraná, monsenhor Luiz Knupp integrou a equipe de coordenação da Animação Bíblico Catequética. Também foi diretor Espiritual do Seminário de Teologia Santíssima Trindade em Londrina de 2007-2013; diretor Espiritual da Comunidade Emaús – Residência dos estudantes de teologia da Arquidiocese de Maringá em Londrina de 2003-2004; assessor dos diáconos permanentes e organizador e coordenador da escola diaconal São Francisco de Assis da arquidiocese de Maringá de 2000 a 2007; assessor arquidiocesano da Pastoral da Juventude de 1999 a 2001; pároco da paróquia Nossa Senhora de Fátima de Marialva-PR de 2008 a 2014; pároco da paróquia Nossa Senhora de Guadalupe de Maringá de 2002 a 2006; vigário da paróquia Nossa Senhora de Guadalupe e administrador da paróquia Santa Rita de Cássia em Maringá de 1999 a 2001.

Nota: Menos de um ano do falecimento de nosso Pastor Dom José Moreira Bastos Neto, mineiro de Simonésia, MG, da diocese de Caratinga, MG, vamos receber com carinho nosso novo bispo. Nossas boas vindas a ele e que tenha um frutuoso episcopado em nossa diocese de Três Lagoas, MS. Monsenhor Luiz Gonçalves Knupp tem três meses para ser sagrado bispo e tomar posse da sua primeira diocese. Se Deus quiser iremos em sua sagração. Na sua posse em Três Lagoas faremos uma linda caravana para recebê-lo e prestigiá-lo. Tão logo faremos o convite para vir conhecer Cassilândia e celebrar conosco. No final do ano virá aqui novamente para ministrar o Sacramento da Crisma aos nossos catequizandos.

Pe.Antônio Maurílio de Freitas - Pároco da Paróquia São José - Cassilândia - MS.

• Que Deus tire do nosso coração toda cobiça pelo dinheiro
• “Que me dareis se vos entregar Jesus?” Combinaram, então, trinta moedas de prata” (Mateus 26, 15).
• Nós queremos olhar hoje para o exemplo de Judas e pedir que Deus tire do nosso coração toda cobiça e todo amor desordenado pelo dinheiro.
• Nesta Quarta-feira da Semana Santa, diante dos nossos olhos e do nosso coração, há uma reflexão sobre o drama de Judas, aquele que traiu o Senhor por trinta moedas de prata.
• Trinta moedas de prata é um valor expressivo, significativo, mas aqui o importante não é a quantidade e, sim, o que motiva o coração humano, muitas vezes, a trair os seus valores, os seus ideais, sua ética, sua coerência. E o que leva uma pessoa a se vender e se corromper por causa do dinheiro.
• Jesus Cristo já nos disse, em tantas ocasiões, que não podemos servir a Deus e ao dinheiro.
• O dinheiro é o “deus” deste mundo, ele manda nas relações humanas, nos sentimentos e nos afetos. Se nos deixarmos escravizar pelo dinheiro, ele conduzirá os nossos passos.
• O dinheiro suscita em nós as mais profundas ambições.
• Ambição que vem da cobiça do ter e do não se satisfazer com o que se tem e sempre querer ter mais. A cobiça gera a avareza e o amor desordenado pelo dinheiro e pelo ter.
• Pobre Judas, seu mal não é um mal maior do que os outros, mas é um mal só: um coração corrompido pelo amor ao dinheiro.
• Ele cuidava dos bens do grupo, era o tesoureiro, tudo passava pelas suas mãos, mas não estava satisfeito com o que tinha e por míseras trinta moedas de prata traiu Nosso Senhor Jesus Cristo. “Que me dareis se vos entregar Jesus?” (Mateus 26, 15).
• Hoje tudo tem preço na humanidade, tudo tem preço no meio de nós.
• O dinheiro manda em todas as relações humanas; e muitas vezes, nos vendemos e nos deixamos comprar.
• Dinheiro compra caráter, compra os valores. E pior do que comprar é tirar um pouco daquilo que é o nosso caráter e a nossa personalidade.
• Hoje queremos olhar para o exemplo de Judas não para condená-lo, nem para apedrejá-lo, ou para “malhar o Judas” como a tradição popular faz em tantas ocasiões.
• Nós queremos olhar hoje para o exemplo de Judas e “colocar nossa barba de molho”, pedir que Deus tire de nós e do nosso coração todo amor desordenado pelo dinheiro, que o Senhor realmente equilibre em nosso coração a cobiça.
• Todos nós precisamos e queremos ter uma vida melhor, viver com mais dignidade e que a sobriedade conduza os nossos passos.
• Que em nenhum momento da nossa vida precisemos nos vender e nos deixar corromper para conseguir ter mais, para poder ser mais.
• E que não precisemos vender ninguém, pisotear em ninguém nem nos colocar acima de ninguém por causa de qualquer bem material, por qualquer posse.
• Que nossas relações humanas sejam realmente curadas e saradas pelo pobre e despojado coração de Jesus, que nos ensina a apreciar os verdadeiros valores do céu e a não nos corrompermos por qualquer espécie de dinheiro deste mundo.
• Não são só os políticos que ocupam altos cargos, mas todos nós temos a mesma tentação, por isso é preciso dizer “não” a toda e qualquer espécie de corrupção e nos colocarmos nos caminhos de Nosso Senhor Jesus Cristo procurando amar o que é reto, justo e correto.

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