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23/05/2006 16:42

Número de queimadas em MS é 70% menor que em 2005

Humberto Marques / Campo Grande News

Mato Grosso do Sul registra o período de menor incidência de queimadas dos últimos sete anos, conforme números do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) relativos às notificações entre 1º de janeiro e 22 de maio, quando foram confirmados 338 focos de calor do Estado. O número é 70% inferior ao registrado no mesmo período de 2005, quando foram contabilizados 1.130 focos.

Márcio Yule, coordenador do Prevfogo (Sistema Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais), considera que a redução se deu pela boa ocorrência de chuvas registrada entre janeiro e março. Além disso, ele lembra que 2005 foi um ano muito seco, com a ocorrência de mais de oito mil focos de calor. “Quando temos um ano com as características de 2005, a tendência é de que o período seguinte não tenha uma quantidade grande de focos”, explicou.

Até agora, o período mais crítico foi a partir da segunda quinzena de abril, quando ocorreu o incêndio no Parque Nacional de Ilha Grande, na divisa com o Paraná, e que consumiu cerca de nove mil hectares da reserva. “Propriamente dentro de Mato Grosso do Sul não foram registrados grandes incêndios florestais até agora”, reiterou Yule.

Estiagem – A expectativa do coordenador é voltada para o período entre o fim de julho e setembro, época em que as condições climáticas são mais propícias para a ocorrência de incêndios florestais. Porém, uma antecipação do período de proibição das queimadas ainda será analisada, de acordo com os prognósticos climáticos: caso o período de seca se inicie antes do esperado (a partir do fim de julho), a medida será adotada.

No ano passado, diante do tempo seco e da alta incidência de focos de calor, a época de proibição de queimadas acabou adiantada. A medida é tomada anualmente por meio de uma portaria conjunta entre o Ibama e a Sema (Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos), com o impedimento se estendendo de 30 a 45 dias – em 2005, o decreto valeu por 75 dias. “A suspensão ocorre normalmente de agosto até o início de setembro. Porém, no ano passado, a proibição de queimadas teve início em 1º de julho”, ressaltou Yule.

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