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28/09/2007 14:47

Número de mulheres chefes de família cresce 79%

A Síntese de Indicadores Sociais 2007 divulgada nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que o número de mulheres chefes de família cresceu 79% entre 1996 e 2006, passando de 10,3 milhões para 18,5 milhões nesse período. O número de homens chefes de família aumentou 25% nesses dez anos.

A pesquisa mostra ainda que as mulheres continuam tendo cada vez menos filhos, que o Rio Grande do Sul tem a menor taxa de fecundidade do país, que Alagoas é o estado com maior índice de mortalidade infantil (51,9%) e que a média de anos de estudo, entre pessoas com 15 anos ou mais de idade, subiu de 5,7 para 7,2 em uma década.

Foto: Editoria de Arte/G1
Editoria de Arte/G1

A síntese é elaborada principalmente a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad 2006). Ela reúne informações sobre aspectos demográficos, educação, domicílios, famílias, casamentos, separações e divórcios, cor e raça, mulheres, idosos, crianças, adolescentes e jovens. Os resultados são separados por grandes regiões, unidades da federação e as principais regiões metropolitanas.

A proporção de mulheres em idade reprodutiva (15 a 49 anos) com filhos nascidos vivos praticamente se manteve em 63%. O que chama a atenção é a redução do número de filhos por mulher. Em 2006, das 32,7 milhões de mulheres com filhos, 30,9% tinham um; 33,3%, dois; e 35,8%, três ou mais. Em 1996, esses percentuais eram de 25%, 30,1% e 44,9%, respectivamente.

Fecundidade

A taxa de fecundidade total (número médio de filhos que uma mulher teria ao final do seu período fértil) manteve tendência de queda, passando de 2,7, em 1996, para 2,0 filhos por mulher em 2006. A maior taxa foi encontrada em Roraima (3,3) e a menor no Rio Grande do Sul (1,6).

Mortalidade infantil

A taxa de mortalidade infantil no Brasil passou de 36,9% para 25,1%, entre 1996 e 2006, mantendo tendência de queda que já vinha sendo observada. Em 2006, o Rio Grande do Sul foi o estado que registrou a menor taxa de mortalidade infantil (14,9%) e Alagoas, a maior (51,9%).

As regiões metropolitanas de São Paulo, Curitiba e Porto Alegre apresentaram a relação do número de homens e mulheres mais equilibrada, aproximadamente de 92 homens para cada 100 mulheres. As informações sobre as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Salvador e Recife mostraram que, para cada 100 mulheres, havia apenas entre 86 e 88,5 homens.

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