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04/07/2016 08:40

Na próxima quarta, Dilma apresenta defesa sobre processo de impeachment

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O PT, especialmente no Senado, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, desistiram da presidente afastada, Dilma Rousseff. Isso não significa uma ratificação ao governo interino de Michel Temer, nem o fim dos ataques ao peemedebista, chamado de golpista e traidor pelos petistas. Mas a constatação de que um pós-Temer não passa pela conclusão do mandato de Dilma até 2018. “O povo não quer a volta dela”, resignou-se Lula, em conversa com alguns correligionários há duas semanas, na sede do instituto que leva seu nome, em São Paulo.

Por isso, os senadores defendem, cada vez mais, o discurso de novas eleições, em vez do simples retorno da presidente afastada. Essa constatação vem por diversas formas. A primeira delas é que o PT e os movimentos sociais não conseguiram incendiar o país após o afastamento de Dilma do poder.

Apesar do aparente sucesso do crowdfunding Catarse, que conseguiu arrecadar R$ 500 mil para garantir as viagens da petista, as ruas não responderam com a mesma intensidade que os dirigentes partidários esperavam. Pesou muito, na visão de alguns interlocutores do partido, a ausência de Lula em diversas manifestações. “Lula está muito baqueado por causa da família. Todos sentem quando familiares são envolvidos em investigações. Mas ele, pessoalmente, ainda não se recuperou totalmente após a pressão que vem sendo exercida sobre o filho dele, Luís Cláudio Lula da Silva, na Operação Zelotes”, disse um integrante do partido que acompanha de perto a defesa da presidente. A presidente vai apresentar a defesa do impeachment no Senado na quarta-feira.

Outro incômodo é a postura, considerada por muitos como arrogante, da presidente afastada. Daqui a nove dias, em 12 de julho, ela completará dois meses fora do Palácio do Planalto. Nestes quase 60 dias, em nenhum momento, foi capaz de fazer uma autocrítica sobre os erros cometidos, tanto na política quanto na economia. Sequer conseguiu apresentar uma plataforma mínima de sugestões para tirar o país da crise, caso volte ao poder após a votação final do impeachment no Senado, prevista para o fim de agosto.

*Por Correio Braziliense

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