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14/04/2005 14:55

MT também pretende recadastrar pescadores profissionais

Corumbaonline

A operação desencadeada pelo governo do Estado para recadastrar os pescadores profissionais e excluir da lista aqueles que não se enquadram nas exigências legais pode ser adotada também em Mato Grosso, afirmou hoje o secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos José Elias Moreira. O secretário, acompanhado do diretor-presidente do Instituto de Meio Ambiente Pantanal (Imap), Cid Roner e o superintendente de Pesca, Thomaz Lipparelli, estão desde ontem em Cuiabá participando do 1º Seminário Regional sobre Pesque e Solte e da reunião do Grupo Técnico Tripartite (GTT) sobre período de defeso unificado.

A iniciativa moralizadora de Mato Grosso do Sul foi elogiada pelos representantes dos diversos estados presentes ao evento, relatou José Elias. “Inclusive, o presidente da Federação de Pescadores de Mato Grosso nos pediu cópia do projeto, porque aqui a própria federação quer encampar a idéia”, acrescentou. O superintendente Thomaz Lipparelli queixa-se que no Estado, a entidade não colaborou no trabalho de recadastramento, deixando de enviar as informações a respeito dos filiados.

A Operação Cardume está na segunda fase dos trabalhos, com a visitação dos fiscais casa por casa dos pescadores para comprovar que de fato vivem exclusivamente da pesca. Na primeira fase foram cruzados os dados do cadastro da Sema, da Seap (Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca) e de órgãos e instituições públicas e privadas para saber se algum pescador profissional desenvolve outra atividade. O resultado foi a exclusão de mais de três mil nomes.

Centro de Monitoramento – O encontro de Cuiabá é uma excelente oportunidade para troca de informações, destacou o secretário. Pesquisadores de renomadas instituições do país estão apresentando estudos sobre monitoramento e controle dos recursos pesqueiros, ações já testadas que podem ajudar o Estado nessa área, além de outros projetos ambientais. Mas Mato Grosso do Sul tem merecido destaque pela postura firme e normas rigorosas adotadas, garantiu o secretário. A redução gradual da cota de pescado para profissionais amadores, até restringir a apenas um exemplar por pessoa no próximo ano, é um exemplo.

Alertas levantados por pesquisadores das ameaças que muitos fatores representam aos recursos pesqueiros do país comprovam a necessidade urgente de implantação do Centro de Monitoramento dos Recursos Pesqueiros no Estado, salientou José Elias. “Todos os estudos feitos por órgãos públicos, instituições e universidades formarão um vasto banco de dados para orientar as ações necessárias nesse setor.” O Centro é outro projeto de Mato Grosso do Sul muito elogiado no encontro de Cuiabá. O secretário José Elias e o presidente da Fundação Estadual do Meio Ambiente de Mato Grosso (Fema), Moacir Pires de Miranda Filho, discutiram ontem a adesão daquele Estado no projeto.

Taquari

Em outra reunião hoje à tarde, José Elias vai tentar uma parceria com a Fema para tratar da recomposição da mata ciliar das nascentes do rio Taquari.

Assoreado e agonizante, o rio se transformou num desafio emblemático para ambientalistas e autoridades de Mato Grosso do Sul, por cujo território atravessa. Mas seus problemas começam na nascente, observou José Elias, que está localizada a 200 quilômetros da divisa, em território mato-grossense.

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