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18/10/2005 13:08

MS quer que Brasil denuncie Paraguai na OIE

Acrissul

Autoridades sanitárias de Mato Grosso do Sul devem sugerir que o governo brasileiro denuncie o Paraguai na OIE (Organização Internacional de Epizootias) por fortes suspeitas de existirem focos de febre aftosa no País vizinho. A informação é do diretor-presidente da Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal), João Cavalléro, que diz que a questão é preocupante e passará a ser tratada no Itamaraty. “As informações que temos de produtores é de que o Paraguai realmente está tomado de focos de febre aftosa”, afirma.

O governo de Mato Grosso do Sul suspeita que o caso da doença constado no último dia 8 em Eldorado, e mais outros três confirmados ontem, dois deles em Japorã e mais um em Eldorado, seriam procedentes de animais contrabandeados do Paraguai.
Cavalléro ressalta que as coincidências de aparecimento de focos de febre aftosa no Conesul são muito grandes. “O que sabemos de 1998 e 1999 é que houve entrada de animais infectados e doentes do Paraguai. É uma realidade que não podemos contestar. A situação perdura por vários anos e o fato de o vírus do tipo O 1 estar circulando é muito preocupante”, diz o diretor da Iagro.

O Paraguai é reconhecido como área livre de febre aftosa com vacinação pela OIE (Organização Internacional de Epizootias) desde maio deste ano e, embora o trânsito de gado tenha sido determinado pelo Mapa (Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária), considerando esse status, nenhum animal ingressou no Estado dentro das regras preconizadas, de quarentena dos dois lados, segundo a SFA (Superintendência Federal de Agricultura).

Ontem o ministro paraguaio de Agricultura e Pecuária, Gustavo Ruiz Díaz, denunciou espionagem pelo governo de Mato Grosso do Sul, através de coletas, sem autorização, de sangue de animais do outro lado da fronteira. Cavalléro negou que as coletas tenham ocorrido.

Autor: fernanda Mathias
Fonte: Campo Grande News

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