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19/02/2008 17:12

MS investiga segunda suspeita de morte pro febre amarela

Ângela Kempfer - Campo Grande News

O superintendente de Vigilância em Saúde, Eugênio de Barros, esteve ontem em Ponta Porã para uma reunião com o diretor regional de saúde do Departamento de Amambay (Paraguai), Victor Peralta. Os representantes do Brasil e do Paraguai resolveram realizar o encontro após a morte do paraguaio Rodolfo Escobar, de 38 anos, no dia 7 de fevereiro no Hospital Regional de Ponta Porã, que segundo exame feito em laboratório brasileiro foi vítima de febre amarela.

Apesar de residir em Pedro Juan Caballero (PY), Rodolfo trabalhava em uma fazenda no Brasil, onde permanecia durante toda a semana, portanto a chance de ter contraído a doença em Mato Grosso do Sul é maior. O caso é a segunda morte em investigação no Estado. A primeira é do empresário de Maracaju, Nelson Machado Ribeiro, de 44 anos, que morreu em janeiro.

O exame dele de sorologia deu positivo para febre amarela, mas nesse caso também é investigada a possibilidade de ter sido reação a vacina. Como ocorreu com o empresário, novos testes deveriam ser feitos para certificar as causas, mas isso demandaria a exumação do corpo do paraguaio, explica Eugênio de Barros.

Sem explicar os motivos, ele conta que a necropsia não foi feita, o que prejudica uma avaliação mais contundente.O secretário de Saúde de Ponta Porã foi procurado para falar sobre o assunto, mas não foi encontrado.

Divergência – No Paraguai outro exame no caso de Rodolfo foi feito, porque a primeira internação ocorreu em Pedro Juan. Ele só foi transferido para Ponta Porã quando houve complicação do quadro. Mas o resultado diverge da causa apontada pelo o Laboratório Central da Secretaria Estadual de Saúde sul-mato-grossense. Para as autoridades no Paraguai o diagnóstico é dengue hemorrágica.

Independente da causa, Eugênio de Barros, diz que providências para evitar a proliferação na região de fronteira continuam, assim como no resto do Estado. Já houve uma vacinação intensa de moradores de Pedro Juan e Ponta Porã e o setor de saúde do Paraguai determinou um bloqueio em torno da casa da vítima, com imunização dos moradores num raio de 35 quarteirões, informou Eugênio.

No último fim de semana houve borrifação de veneno numa faixa de 300 metros do lado brasileiro da fronteira, o que deve se repetir amanhã. O mesmo ocorreu na região de Pedro Juan.

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