Cassilândia, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

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09/01/2004 09:40

MS: Governo discute organização de parteiras do Estado

Ingrid Vogl-APn

O Governo Popular, através da Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para a Mulher está discutindo juntamente com a Coordenação da Rede Nacional de Parteiras Tradicionais a implantação de uma coordenação de parteiras local, estimadas em mais de 5 mil em todo Estado. A coordenadora de Políticas Públicas para a Mulher, Maria Rosana Rodrigues Pinto Gama recebeu hoje à tarde a visita da coordenadora da rede nacional, Suely Carvalho, onde foram discutidos os trabalhos como levantamento e organização que devem ser feitos entre as parteiras tradicionais do Mato Grosso do Sul.

Segundo Suely Carvalho, o país possui hoje cerca de 60 mil parteiras tradicionais que fazem aproximadamente 450 mil partos por ano. Um projeto-de-lei para a regulamentação da profissão está em tramitação na Câmara Federal na comissão de Família e Previdência. “Mais do que reconhecimento do trabalho, queremos reconhecimento junto à sociedade, pois essa é uma questão cultural, de cidadania e de saúde. As mulheres devem ter direito à escolha pelo parto tradicional, que é humanizado”, afirmou.

As características das parteiras tradicionais do Brasil são uma fusão da cultura africana e da cultura indígena brasileira, passada através de gerações, conforme explicou Suely Carvalho, parteira tradicional há 27 anos que aprendeu a profissão com as avós e fundadora da ONG Cais do Parto de Olinda (PE). “As parteiras tradicionais também são lideranças nas comunidades e grandes aliadas da saúde da mulher e da criança. Elas são pontes para a inclusão social”, explicou Suely.

Maria Rosana Rodrigues Pinto Gama afirmou que o trabalho para a organização das parteiras no Estado deve ser iniciado através de levantamento feito principalmente entre as comunidades indígenas e nas regiões pantaneiras. “Pretendemos traçar a realidade das parteiras tradicionais em Mato Grosso do Sul e a partir daí organiza-las com a ajuda da sociedade organizada”, disse.




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