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15/04/2010 13:29

MPE investiga maternidade acusada de forçar parto normal

Campo Grande News/ Aline dos Santos

O MPE (Ministério Público Estadual) abriu inquérito civil para investigar denúncia contra a maternidade Cândido Mariano, em Campo Grande. No mês passado, o tecnólogo ambiental Maximiliano Schadler, de 33 anos, acionou o Ministério Público após ter que pagar R$ 3.300 para que sua esposa, Mirian Kelly dos Santos, de 30 anos, fizesse parto cesárea. O caso foi denunciado em matéria do Campo Grande News.

Após a gestante enfrentar 18 horas de trabalho de parto, a cesariana só foi feita quando Maximiliano desistiu do atendimento do SUS (Sistema Único de Saúde) e transferiu a esposa para o sistema particular, também oferecido pela maternidade.

De acordo com a assessoria de imprensa do MPE, a promotora de Justiça e Cidadania, Sara Francisco Silva, solicitou informações à Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) e à direção da maternidade.

O documento, enviado no último dia 30, tem prazo de dez dias úteis para ser respondido, portanto, o prazo dado pelo Ministério Público termina amanhã à noite.

Na ocasião, a justificativa dada à família era que para ter cobertura do SUS seria necessário cumprir protocolo que eliminasse totalmente a possibilidade de parto normal.

Segundo Maximiliano, a informação inicial era de que a cesárea custava R$ 1.700,00, mas depois a médica disse que o valor estava incorreto e que era preciso pagar R$ 3.300,00.

Após receber um cheque de R$ 2 mil, a médica pediu que Maximiliano assinasse um documento desistindo do procedimento do SUS. Já fora do período de plantão, a médica realizou a cesariana.

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