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25/06/2008 19:07

MPE denuncia peão que arrastou militar até a morte

Aline Queiroz/Campo Grande News

O MPE (Ministério Público Estadual) ofereceu hoje denúncia contra o peão Fagner Gonçalves, 25 anos, que após atropelar o militar Leandro Sales da Silva arrastou a vítima por 15 quilômetros. A promotora Luciana do Amaral Rabelo Nagib Jorge também pede que ele seja julgado por júri popular, por homicídio doloso, com intenção de matar.

No entender da promotora, com o veículo F 4000 do patrão, ele atropelou o militar pela frente e não em marcha ré, como Gonçalves alegou. Luciana aponta ainda que após o rodeio, realizado perto da casa de Silva, no Jardim Lageado, Gonçalves arrancou com a caminhonete sobre o grupo de pessoas que estava com o militar.

Todos conseguiram escapar, porém, Silva não teria tido tempo de sair da frente da caminhonete e foi atropelado. A perna do militar ficou presa ao eixo do veículo e Gonçalves só parou o veículo no Jardim Itamaracá, onde deixaria amigos que transportava na carroceria da caminhonete.

O irmão de Gonçalves passou a persegui-lo para avisar sobre o acidente. Como não conseguia, telefonou para o celular de um dos amigos de Gonçalves, que também estava na cabine, para pedir que parasse, no entanto, o peão percorreu mais 5,9 quilômetros até resolver parar.

Segundo a denúncia, o peão não era habilitado para dirigir a caminhonete, estava com a carteira de motorista vencida e, ainda, não tinha autorização do proprietário do veículo para usá-lo, motivos estes que o levaram, a não parar o veículo para tentar salvá-la. Para a promotora, tais fatores configuram motivo torpe, o que agrava o caso.

Luciana aponta ainda, que Gonçalves cometeu o delito com requintes de crueldade, que causaram sofrimento “exacerbado e desnecessário” à vítima, pois, após atropelar Leonardo, o arrastou por 15 quilômetros.

“Insta ressaltar, que a vítima teve as suas panturrilhas queimadas pelas rodas do veículo, até a exposição óssea de ambos os membros inferiores, bem como, de órgãos internos superiores e calota craniana, dvido ao arrastamento de seu corpo pela via pública”, revela a denúncia.

O caso ocorreu no dia 7 de junho no Jardim Lageado.

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