Cassilândia, Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2018

Últimas Notícias

18/09/2018 17:00

MP investiga falta de médico para acompanhar transferência de pacientes

Campo Grande News

O Ministério Público de Mato Grosso do Sul transformou em inquérito civil um procedimento em andamento há vários meses para investigar a falta de médicos e enfermeiros no acompanhamento de pacientes em Dourados, cidade a 233 km de Campo Grande.

De acordo com a investigação conduzida pelo promotor Etéocles Brito Mendonça Dias Júnior, a falta de profissionais no acompanhamento dos pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde) ocorre tanto em caso de transferências entre hospitais quanto para outras cidades. O problema também existe no transporte para exames pré e pós-operatórios, segundo o promotor.

Conforme o procedimento do MP, a Funsaud (Fundação de Serviços de Saúde), responsável pela administração do Hospital da Vida e da UPA (Unidade de Pronto Atendimento), a Secretaria de Saúde, o Hospital Evangélico e o HU (Hospital Universitário) não possuem estrutura para transferência de pacientes ou transporte para exames.

Ainda na fase de apuração preliminar, o MP foi informado que a Secretaria de Saúde fez contato com médicos da rede pública para atenderem a demanda de transferência de pacientes, mas a medida não foi regulamentada, segundo o promotor.

Já o Hospital Evangélico informou ao Ministério Público que o transporte com médicos e enfermeiros era prestado apenas a pacientes de plano de saúde, enquanto os atendidos pelo SUS dependem de transporte do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).

Já o HU informou não possuir protocolo de disponibilização de médicos para acompanhar transferências de pacientes durante o trajeto entre hospitais, clínicas ou estabelecimentos de saúde. Conforme o MP, o hospital alegou que o transporte não está estipulado no contrato de prestação de serviços firmado com a Secretaria de Saúde de Dourados.

Com o inquérito civil, as direções da Funsaud, dos hospitais, o secretário municipal de Saúde Renato Vidigal e a prefeita Délia Razuk (PR) têm dez dias para resolver o problema. Caso contrário, o inquérito civil pode virar uma ação civil pública por improbidade administrativa. A prefeitura ainda não se manifestou sobre o caso.

Envie seu Comentário
Os comentários feitos no Cassilândia News são moderados. Antes de escrever, observe as regras e seja criterioso ao expressar sua opinião. Não serão publicados comentários nas seguintes situações:

1. Sem o remetente identificado com nome, sobrenome e e-mail válido. Codinomes não serão aceitos.
2. Que não tenham relação clara com o conteúdo noticiado.
3. Que tenham teor calunioso, difamatório, injurioso, racista, de incitação à violência ou a qualquer ilegalidade.
4. Que tenham conteúdo que possa ser interpretado como de caráter preconceituoso ou discriminatório a pessoa ou grupo de pessoas.
5. Que contenham linguagem grosseira, obscena e/ou pornográfica.
6. Que transpareçam cunho comercial ou ainda que sejam pertencentes a correntes de qualquer espécie.
7. Que tenham característica de prática de spam.

O Cassilândia News não se responsabiliza pelos comentários dos internautas e se reserva o direito de, a qualquer tempo, e a seu exclusivo critério, retirar qualquer comentário que possa ser considerado contrário às regras definidas acima.
Restamcaracteres.
 
imagem transparente
Últimas notícias
Scroller Top
Sexta, 14 de Dezembro de 2018
Quinta, 13 de Dezembro de 2018
10:00
Receita do dia
09:00
Santo do dia
03:34
Cassilândia
Quarta, 12 de Dezembro de 2018
Terça, 11 de Dezembro de 2018
Scroller Bottom

  • Idalus Internet Solutions
  • TOP DataCenter e Internet
  • Disponível na AppStore
  • Disponível no Google Play
Rua Sebastião Leal, 845, CEP: 79.540-000, Cassilândia (MS)