Cassilândia, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

Últimas Notícias

19/07/2005 15:11

Missão européia não visitará 14 municípios

Famasul Notícias

Após várias tentativas de trazer técnicos da missão européia para os 14 municípios peri-pantaneiros, mais um fracasso. Os técnicos que chegam ao Brasil em agosto não vão a esta região, segundo anunciou ontem o secretário de Produção e Turismo, Dagoberto Nogueira, durante reunião-jantar na Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul) e confirmou esta manhã o superintente federal de Agricultura, José Antônio Felício.
“Há praticamente 20 dias chegou o roteiro para o Ministério em Brasília não está incluído o Mato Grosso do Sul”, conta Felício.



Segundo informou o Mapa (Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária), a missão não vem com intenção de visitar novas áreas para habilitação e deve verificar o cumprimento de exigências, principalmente relacionadas a rastreabilidade em Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo e Minas Gerais. Em meados de abril do ano passado a missão já esteve em Mato Grosso do Sul, com o mesmo objetivo, por isso não deve se repetir a visita ao Estado este ano. “Mas eles podem mudar roteiro porque têm liberdade para estabelecer novo critério de visita”, afirma Felício.


Dagoberto explicou que os técnicos estarão no Brasil com intenção de fiscalizar e punir e não expandir as relações comerciais. Assim, afirmou, as tentativas de liberação agora se darão por meio de documentação. Os europeus têm como exigência principal a rastreabilidade bovina. Dagoberto destacou que o desafio é que a certificação não ocorra por zona, mas por propriedade, para atingir os mercados mais rigorosos.


Os 14 municípios da região peri-pantaneira são impedidos de exportar para a Europa desde o início da década de 90. O veto é sustentado pela afirmação de que a área seria de risco para a propagação de febre aftosa, devido à presença de animais silvestres, mas informações técnicas comprovam que o argumento não é válido. Ali está o produto de maior valor agregado de Mato Grosso do Sul, que é o boi natural, justamente o que busca o mercado mundial. Por não poderem exportar, os preços aos produtores daquela região são diferenciados e mensalmente eles perdem cerca de R$ 1 milhão com isso.



Após várias tentativas de trazer técnicos da missão européia para os 14 municípios peri-pantaneiros, mais um fracasso. Os técnicos que chegam ao Brasil em agosto não vão a esta região, segundo anunciou ontem o secretário de Produção e Turismo, Dagoberto Nogueira, durante reunião-jantar na Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul) e confirmou esta manhã o superintente federal de Agricultura, José Antônio Felício. “Há praticamente 20 dias chegou o roteiro para o Ministério em Brasília não está incluído o Mato Grosso do Sul”, conta Felício.



Segundo informou o Mapa (Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária), a missão não vem com intenção de visitar novas áreas para habilitação e deve verificar o cumprimento de exigências, principalmente relacionadas à rastreabilidade em Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo e Minas Gerais. Em meados de abril do ano passado a missão já esteve em Mato Grosso do Sul, com o mesmo objetivo, por isso não deve se repetir a visita ao Estado este ano. “Mas eles podem mudar roteiro porque têm liberdade para estabelecer novo critério de visita”, afirma Felício.


Dagoberto explicou que os técnicos estarão no Brasil com intenção de fiscalizar e punir e não expandir as relações comerciais. Assim, afirmou, as tentativas de liberação agora se darão por meio de documentação. Os europeus têm como exigência principal a rastreabilidade bovina. Dagoberto destacou que o desafio é que a certificação não ocorra por zona, mas por propriedade, para atingir os mercados mais rigorosos.


Os 14 municípios da região peri-pantaneira são impedidos de exportar para a Europa desde o início da década de 90. O veto é sustentado pela afirmação de que a área seria de risco para a propagação de febre aftosa, devido à presença de animais silvestres, mas informações técnicas comprovam que o argumento não é válido. Ali está o produto de maior valor agregado de Mato Grosso do Sul, que é o boi natural, justamente o que busca o mercado mundial. Por não poderem exportar, os preços aos produtores daquela região são diferenciados e mensalmente eles perdem cerca de R$ 1 milhão com isso.

Campo Grande News





Envie seu Comentário
Os comentários feitos no Cassilândia News são moderados. Antes de escrever, observe as regras e seja criterioso ao expressar sua opinião. Não serão publicados comentários nas seguintes situações:

1. Sem o remetente identificado com nome, sobrenome e e-mail válido. Codinomes não serão aceitos.
2. Que não tenham relação clara com o conteúdo noticiado.
3. Que tenham teor calunioso, difamatório, injurioso, racista, de incitação à violência ou a qualquer ilegalidade.
4. Que tenham conteúdo que possa ser interpretado como de caráter preconceituoso ou discriminatório a pessoa ou grupo de pessoas.
5. Que contenham linguagem grosseira, obscena e/ou pornográfica.
6. Que transpareçam cunho comercial ou ainda que sejam pertencentes a correntes de qualquer espécie.
7. Que tenham característica de prática de spam.

O Cassilândia News não se responsabiliza pelos comentários dos internautas e se reserva o direito de, a qualquer tempo, e a seu exclusivo critério, retirar qualquer comentário que possa ser considerado contrário às regras definidas acima.
Restamcaracteres.
 
imagem transparente
Últimas notícias
Scroller Top
Quinta, 14 de Dezembro de 2017
Quarta, 13 de Dezembro de 2017
10:00
Receita do dia
Terça, 12 de Dezembro de 2017
20:48
Loteria
Segunda, 11 de Dezembro de 2017
20:42
Loteria
Scroller Bottom

  • Idalus Internet Solutions
  • TOP DataCenter e Internet
  • Disponível na AppStore
  • Disponível no Google Play
Rua Sebastião Leal, 845, CEP: 79.540-000, Cassilândia (MS)