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28/02/2016 10:30

Ministério Público vai investigar falta de remédio e vacinas no SUS

EPharma Notícias

O Ministério Público Federal em São Paulo vai abrir um procedimento para investigar por que há falta de remédios e vacinas para pacientes que fazem tratamento especializado, como portadores de hepatite C, alzheimer e câncer.

A Folha revelou nesta quarta-feira (24) que medicamentos de alto custo e vacinas estão em falta no interior de São Paulo e em outros Estados, como Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná.

O procurador da República em São Paulo Kleber Uemura afirmou nesta quinta-feira (25) que determinou a abertura de um procedimento para investigar as razões pelas quais os medicamentos não estão sendo disponibilizados aos pacientes.

"Vamos cobrar informações do Ministério da Saúde e da Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo para saber o que está acontecendo. Conforme o que for apurado, vamos tomar as providências cabíveis", disse Uemura. "Esses medicamentos são de fornecimento obrigatório, não podem faltar ao usuário do SUS."

Estão em falta ao menos seis medicamentos para tratamentos especializados: simeprevir, daclatasvir, sofosbuvir, infliximabe, donepezila e alfainterferona. O mais caro deles, o infliximabe, sai ao menos R$ 1.136 a unidade.

Eles são destinados a pacientes com hepatite C, doença de Crohn, doenças autoimunes, alzheimer, câncer. Só no Estado de São Paulo, pelo menos 21,5 mil pessoas, segundo a Secretaria de Estado da Saúde, dependem desses remédios para viver ou para ter melhor qualidade de vida.

A maioria desses medicamentos constam do Rename (Relação Nacional de Medicamentos Essenciais), portanto é obrigação do Estado fornecê-los gratuitamente aos pacientes que precisam fazer uso dos remédios.

OUTRO LADO

O Ministério da Saúde afirmou que houve problemas na distribuição de remédios e vacinas e que aguarda o envio de doses por laboratórios nacionais e internacionais.

Responsável por receber os medicamentos do Ministério da Saúde e distribuir aos pacientes, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo disse que a entrega dos medicamentos simeprevir, daclastavir e sofosbuvir deveria ter ocorrido já em dezembro do ano passado.

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