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20/08/2007 20:30

Mercado financeiro reage; veja o dólar

Edla Lula/ABr

Brasília - Os indicadores sobre a compra e venda de ações pelo mundo mostraram um dia menos tuburlento hoje (20), depois de uma semana difícil, em que as bolsas do mundo inteiro caíram empurradas pela crise nos Estados Unidos. Embora as bolsas de Nova Iorque tenham encerrado o dia em queda, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) subiu 1,33%.

O dólar também ficou estável, com pequena alta de 0,19%. Encerrou o dia cotado a R$ 2,029 frente aos R$ 2,024 da última sexta-feira (17). Na quinta-feira da semana passada, dia mais tenso da crise, considerado o "olho do furacão" pelo ministro da Fazenda Guido Mantega, o Índice Bovespa (Ibovespa) chegou a cair 8,8% e o dólar ultrpassou os R$ 2,10. Mas a tranqüilidade desta segunda-feira não sinaliza que o pior já passou, avalia o presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Rubens Lopes Silva.

"Ainda temos que manter o alerta. Essa tranqüilidade ainda não se consolidou e o mercado é muito volátil", disse, ao acrescentar que será preciso "algumas semanas" para saber a profundidade e as conseqüências da crise.

Segundo ele, o mercado brasileiro "conseguiu uma certa blindagem" graças ao elevado nível das reservas internacionais, que na última sexta-feira ultrapassavam US$ 160 bilhões.

Alex Agostini, economista-chefe da agência Austin Rating, concorda que o volume de dólares que o Banco Central (BC) acumula traz mais estabilidade para a economia brasileira. "O investidor sabe que há recursos suficientes que dão garantia de retorno para as suas aplicações".

O BC iniciou o processo de acumulação de reservas em janeiro de 2004, quando as reservas estavam em US$ 50 bilhões.
Para o superintendente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o economista José Pereira Gonçalves, embora ainda seja cedo para dimensionar a crise, ela não deve afetar o Brasil em grandes proporções.

"A gente está em um momento econômico muito favorável. Aconteceram alguns soluços, no início do ano, e o Brasil conseguiu escapar porque possui fundamentos sólidos".

Na avaliação dele, a economia brasileira só seria afetada se a crise nos Estados Unidos assumisse proporções muito grandes. "Não é o que se espera".


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