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17/01/2010 10:13

Mato Grosso do Sul tem início de surto de dengue

Agência Brasil

Brasília - A Secretaria de Saúde do Estado do Mato Grosso do Sul está em alerta devido ao aumento da incidência dos casos de dengue no estado. De acordo com os dados divulgados, o número de notificações em 2009 cresceu cerca de 250% em relação a 2008. Em 2009, foram registrados 20.273 casos, mais da metade no primeiro semestre. Nas primeiras duas semanas de janeiro, a secretaria já registrou 2 mil incidências.

O município que apresentou maior incidência de casos foi Pedro Gomes com 6.269 casos por 100 mil/habitantes, seguido de Bodoquena, com 5.521, Guia Lopes da Laguna (4.276), Jardim (3.057), Ladário (2.714), Porto Murtinho (2.196), Nioaque (2.019), Rio Brilhante (1.282), Anastácio (1.184) e Aquidauana (715). Todos se encontram em situação de risco.

Outros municípios, especialmente das regiões oeste e sul do estado, também apresentaram surtos da doença, com taxas em torno de 578 casos por 100 mil habitantes. Até o momento, os municípios de Alcinópolis, Brasilândia, Caracol, Japorã, Jateí, Novo Horizonte do Sul, Paranhos e Selvíria não notificaram casos da doença.

Segundo o diretor da Agência de Vigilância em Saúde, Eugênio de Barros, a maioria dos casos notificados em 2008 foi descartada, pois os exames laboratoriais deram negativos. Isso fez com que a população não tomasse as medidas preventivas e que os casos aumentassem novamente.

“Em 2008 foi um ano tranquilo. Em 2009, somando a epidemia do início do ano e essa que apareceu em dezembro, deu mais de 20 mil casos. Perto de 75 mil (de 2007) ainda é pouco, mas a gente não quer que suba, chegue a 50 mil", disse Barros. "Então a hora de reverter é agora. As ações estão em campo, nós estamos no maior envolvimento, com os três níveis de governo trabalhando para segurar essa epidemia.”

Segundo ele, a secretaria faz o acompanhamento semanal das ocorrências para saber em que cidades estão mais concentradas os casos e quais bairro têm apresentado aumento. Ele alerta a população quanto ao acúmulo de água em pneus, latas de lixo, vasos de plantas, garrafas, e outros locais que contribuem para a multiplicação do mosquito Aedes aegypt.

“O governo não pode deixar alguém em cada quintal desse país o ano inteiro. Fazemos a visita a cada dois meses e orientamos a população. Então nesse intervalo cada um é responsável pela sua casa, pelo seu quintal”, afirma o diretor.



Edição: Enio Vieira

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