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05/01/2004 13:57

Marechal Eduardo Gomes pode tornar-se herói

Agência Câmara

O marechal Eduardo Gomes, patrono da Força Aérea Brasileira (FAB) e do Correio Aéreo Nacional, poderá ser homenageado com a inclusão de seu nome no Livro dos Heróis da Pátria. Essa é a sugestão do Projeto de Lei 661/03, do deputado Elimar Máximo Damasceno (Prona-SP), que será avaliado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Redação.
O projeto, já aprovado por unanimidade na Comissão de Educação e Cultura, sugere a inclusão do nome do marechal nesse livro de aço, onde estão listados os brasileiros que, em vida, destacaram-se na defesa das idéias de liberdade e democracia. Localizado em Brasília, no Panteão da Liberdade e da Democracia, o livro inclui nomes como o de Tiradentes, Marechal Deodoro da Fonseca, Zumbi dos Palmares, D. Pedro I, Plácido de Castro e Duque de Caxias.

MOVIMENTO TENENTISTA
Natural de Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro, Eduardo Gomes teve importante papel no episódio conhecido como a Revolta dos 18 do Forte de Copacabana. Essa revolta deu início ao Movimento Tenentista de contestação à República Velha, nos anos 20, quando o País passou por grandes transformações sociais e políticas. O Movimento Tenentista questionava o poder das oligarquias que governavam o Brasil — e os tenentes, como eram chamados os jovens oficiais, “buscavam a modernização do País, com a adoção de medidas políticas que moralizassem a gestão da coisa pública”, como afirma o deputado Damasceno. Na Revolta dos 18 do Forte de Copacabana, Eduardo Gomes foi gravemente ferido. Posteriormente, foi julgado, condenado e desterrado para a Ilha de Trindade.
No final da Segunda Guerra Mundial, o então brigadeiro passou a lutar pela redemocratização do País, tendo disputado a Presidência da República por duas vezes: em 1945 e em 1950. Também ocupou por duas vezes a Pasta da Aeronáutica, durante o governo dos presidentes Café Filho e Castelo Branco. Eduardo Gomes faleceu em 13 de junho de 1981 e teve sua dedicação reconhecida pelo Congresso Nacional em 1984, quando foi aprovada a Lei 7243, que declara o marechal “Patrono da Força Aérea Brasileira”.

Se o projeto de lei for aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Redação, seguirá diretamente para votação no Senado Federal.




Reportagem - Simone Ravazzolli
Edição – Patricia Roedel

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