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16/07/2016 10:20

Magistrado envia para a justiça comum flagrante de coronel que matou marido

Midiamax

O flagrante da prisão da tenente-coronel Itamara Romero Nogueira foi enviada para a Justiça Militar e devolvida para a comum nesta sexta-feira (15). Na visão do juiz que analisou o pedido, o homicídio do major Valdeni Lopes Nogueira, mesmo envolvendo dois oficiais não caracteriza crime militar e por isso deve tramitar na justiça comum.

A comunicação da prisão em flagrante de Itamara foi enviada para a Justiça militar pelo cartório distribuidor do Ministério Público Estadual e caso o juiz avaliasse pertinente a tenente-coronel seria julgada por autoridades militares.

Nesta sexta-feira o documento retornou ao cartório distribuidor, já que depois de analisar o documento o juiz considerou o crime de natureza comum e não militar. Ao fim da investigação policial, que é feita pela 7ª Delegacia de Polícia Civil, o processo deve ser enviado para uma das varas do tribunal do júri.

Novas testemunhas ligadas ao casal foram ouvidas pelo delegado Cláudio Zotto. Um ex-comandante da suspeita e uma subalterna dela, prestaram depoimentos na tarde de hoje. Na próxima semana familiares da tenente-coronel e também do major devem comparecer a delegacia.

O caso
O crime aconteceu na residência do casal, na Avenida Brasil Central no Bairro Santo Antônio. Segundo a polícia, os dois militares teriam se desentendido e durante a briga a tenete-coronel da Polícia Militar efetuou dois disparos contra do marido. Um deles atingiu o tórax da vítima, que morreu na sala de cirurgia na Santa Casa de Campo Grande.

Depois do crime, a policial permaneceu dentro da residência ameaçando cometer suicídio. Familiares de Itamara, a advogada e o comandante do 1º BPM (Batalhão da Polícia Militar), major Ajala, foram até o local e conseguiram negociar para que ela se entregasse.

Para colegas de trabalho dos policiais, o caso surpreendeu, já que o casal era considerado tranquilo. Itamara, que estava lotada no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, foi descrita pelos amigos como uma esposa amorosa.

Posteriormente, surgiu a versão de que uma briga, envolvendo uma viagem que se iniciara no dia seguinte ao crime, teria sido o estopim de tudo. O advogado da oficial afirmou que, segundo ela contou, agiu em legítima defesa. Itamara passou mal, segundo o delegado apresentava sinais de violência e foi levada para uma clínica psiquiátrica após o fato. Ela chegou a ir à delegacia nesta quarta-feira, mas o depoimento foi remarcado para hoje.

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