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03/12/2004 13:02

Lula quer liderança na campanha contra aftosa

Famasul Noticias

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai enviar, nos próximos dias, uma correspondência aos seus colegas dos países da América do Sul conclamando-os a assumir um conjunto de ações para eliminar a febre aftosa na região até 2009. O anúncio foi feito ontem pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, ao participar da abertura da I Reunião Extraordinária do Comitê Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (Cohefa), na sede da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), em Brasília. "O presidente Lula tem interesse em liderar um plano amplo de combate à doença no continente".

O Brasil deve eliminar a aftosa antes do prazo fixado pelo Cohefa, disse Rodrigues. "Devemos erradicá-la em 2005 ou, no máximo, em 2006". Hoje, apenas os circuitos pecuários Norte e Nordeste convivem com a doença. Sul, Centro-Oeste e Leste, onde estão 85% das 195 milhões de cabeças do rebanho bovino brasileiro, são livres de aftosa com vacinação.

O governo destinou R$ 150 milhões de recursos orçamentários para a defesa sanitária em 2005. Segundo o ministro, outros R$ 150 milhões estão previstos numa emenda coletiva apresentada pela bancada ruralista ao Orçamento do próximo ano.

De acordo com Rodrigues, o combate à aftosa exige uma atuação conjunta em toda a América do Sul. "Enquanto ela não for erradicada em toda a região, sempre conviveremos com o risco do seu retorno".

Para ele, é necessário reforçar as ações de sanidade nas fronteiras do Brasil com os vizinhos como Bolívia e Paraguai, e também nos estados do Norte e Nordeste. Por isso, ressaltou, "essa reunião é importantíssima e oportuna". O ministro acredita que a eliminação da aftosa favorecerá maior abertura comercial agrícola, beneficiando os países do hemisfério.

Os participantes do encontro aprovaram o Plano de Ação de Erradicação da Febre Aftosa das Américas entre 2005-09. Para executá-lo, a Cohefa estima que serão necessários US$ 48,3 milhões nesses cinco anos. Agora, o documento será enviado aos países membros para sugestões.

"A erradicação da febre aftosa não é um problema só dos produtores, mas de todo o país. Afinal, a ocorrência de um foco da doença tem impacto em outras cadeias produtivas e na geração de empregos", ressaltou Rodrigues. O ministro defendeu o maior envolvimento do setor privado e da população em geral nas campanhas de erradicação da aftosa. Ao mesmo tempo, apelou aos governadores dos estados brasileiros que também se comprometam com o combate da doença.

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