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14/09/2013 13:23

Luana pressentiu a morte com duas semanas de antecedência, diz amiga

Campo Grande News

Mais ou menos duas semanas antes de ser morta, a estudante Luana Vieira Gregório, 15 anos, disse a uma amiga que estava pressentindo que algo ruim iria acontecer. “Ela chegou a dizer que sabia que ia morrer, colocou uma música para eu ouvir e falou que era para me lembrar dela”, contou a adolescente que também ficou ferida na briga, ocorrida na última quarta-feira (11), na saída da Escola Estadual José Ferreira Barbosa, na Vila Bordon, em Campo Grande.

A amiga de Luana relatou ao Campo Grande News que além dos comentários da vítima sobre morte, a estudante também estava com o comportamento atípico nos últimos dias. “Ela passou a abraçar e dizer ‘eu te amo’ a todos os amigos que encontrava, e isso não era costume dela de fazer, parecia que estava se despedindo da gente”, comentou a adolescente.

Ainda segundo a amiga, sempre que Luana tocava no assunto de morte, ela pedia para que cuidassem da filha dela, que completou um ano de idade no dia seguinte que ao assassinato.

Vida e morte - Para a mãe de Luana, a camareira Katiuscia Rosa Vieira, 31 anos, será difícil comemorar o aniversário da neta no mesmo dia que ela se lembrará da morte da filha. “Vai ser uma data que nunca terá festa, deram de presente para minha neta a morte da mãe dela”, desabafou Katiuscia.

De acordo com a mãe e amigas da estudante, Luana era muito apegada à filha e tinha planos de começar a trabalhar para poder alugar uma casa e ir morar sozinha com a menina.

Agora, a criança ficará com a avó materna. Katiuscia afirmou que a neta tem contato com o pai, mas não quis entrar em detalhes sobre o relacionamento dele com a adolescente. Segundo a amiga de Luana, o casal havia se separado antes da filha nascer.

“Eu não sei direito o que aconteceu com os dois, a Luana não gostava nem de falar do pai da filha dela, mas sei que na semana passada ela mandou um recado no Facebook para ele pedindo perdão, porque ela sabia que ia morrer”, contou a amiga da estudante que também foi ferida na briga.

Mesmo com a morte da estudante, uma parte de Luana ficou aqui, e familiares e amigas se comprometeram em cuidar. “Quero estar sempre presente na vida da filha dela, eu prometi que faria isso antes de ela morrer”, disse a amiga.

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