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31/10/2014 10:38

Levantamento revela que 26 bairros e uma UBSF da Capital têm risco de infestação

Campo Grande News

O LIRAa (Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypiti) realizado neste mês de outubro em Campo Grande revela que dos 82 bairros alvos do mapeamento, 26 deles tem risco médio de infestação. A situação preocupa porque além da dengue, o mosquito também é transmissor da Febre Chikungunya, doença que já foi confirmada em um paciente da Capital.

Os três bairros com maior IIP (Índice de Infestação Predial) são Guanandi, Taquarussu e Jacy, que registram infestação de 2,3. Quando o índice fica entre 1 e 3,9, a situação é considerada de alerta e o risco da infestação é médio. Acima de 3,9 o risco é alto, esse mês, nenhuma região da Capital registrou o alto risco.

Completam o topo do ranking de infestação os bairros Mata do Segredo, José Tavares e a UBSF (Unidade Básica de Saúde da Família) do bairro Nova Lima com índice de 2,1. Os bairros Coronel Antonino, Alves Pereira, Botafogo Rita Vieira, Vilas Boas, TV Morena e Carlota registraram índices entre 1,2 e 1,8.

Outros bairros que também compõem a lista dos que possuem médio risco de infestação são Nova Campo Grande, Indubrasil, Planalto, Amambaí, Cabreúva, Carvalho, Centro, Vida Nova, Centro, Itanhangá Park, Monte Líbano, Glória, São Bento e Bela Vista.

O levantamento mostra ainda que dos imóveis pesquisados, 75,7% deles são residências, 13,1% são comerciais, 7,5% são terrenos baldios e outros 3,7% não receberam classificação.

A última vez nesse ano que Campo Grande registrou bairros com alto risco de infestação do mosquito foi em maio, quando seis bairros entraram na lista. Nova Lima, Vida Nova, Noroeste, Veraneio, Mape e Itamacará tinham infestação de 4,5 a 5,4.

Casos - O último levantamento do SES (Secretaria de Estado de Saúde), divulgado na semana passada mostra que do início do ano até agora 3.571 mil casos de dengue foram notificados em Campo Grande, com o número, a Capital ocupa o 14º lugar no ranking de munucípios com maior índice de incidência da doença. Em Mato Grosso do Sul, a doença já gerou 8.064 mil notificações.

O primeiro caso de paciente infectado pela Febre Chikungunya confirmado pela Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) em Campo Grande foi de um homem de 35 anos, que foi internado em uma clínica particular no dia 21 de setembro.

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