Cassilândia, Domingo, 04 de Dezembro de 2016

Últimas Notícias

27/11/2007 18:28

Juiz de Direito faz nota de esclarecimento

TJMS

Tendo em vista uma série de reportagens divulgadas pela imprensa nacional sobre violência sexual sofrida pelas internas da Unidade Penal de Amambai, MS, o juiz da 1ª Vara da Comarca de Amambai, Dr. César de Souza Lima, vem a público esclarecer que realmente houve tal denúncia feita por meio de carta anônima no dia 4 de dezembro de 2006, enviada para a Procuradoria Geral de Justiça em Campo Grande, MS, que também foi enviada para a Comarca de Amambai e para o Ministério Público.

Na época, o Promotor de Justiça, Dr. Thalys Franklyn de Souza, apurou a veracidade dos fatos. No início de janeiro de 2007, Dr. Thalys ouviu as internas, que negaram as denúncias contidas na referida carta. No dia 19 do mesmo mês, o Promotor retornou ao presídio e ouviu alternadamente e individualmente cada interna, registrando tudo em Termo de Declaração assinado pelas internas.

Assim, ficou constatado que depois destas diligências, os fatos não tinham fundamento. A Gerência de Inteligência do Sistema Penitenciário da Agência Estadual do Sistema Penitenciário de Mato Grosso do Sul (GISP/AGEPEN) foi informada e veio pessoalmente ouvir a Direção do Foro e o Ministério Público. O Direitos Humanos relacionado a esta denúncia não se manifestou. Esse esclarecimento se faz necessário, considerando que os jornalistas que veicularam as matérias não apuraram os fatos nem ouviram a versão da direção do Estabelecimento Penal de Amambai (EPAm).

O diretor do EPAm esclareceu que na época da referida carta o presídio contava com 152 homens e 13 mulheres recolhidos e, apesar no número elevado de presos, sempre conseguiu manter o regime disciplinar rígido com um vigilância e uma segurança constante. Na unidade não é permitido nenhum tipo de namoro entre internos e internas, o que causa grandes insatisfações entre os internos.

O Juiz da Comarca, Dr. César de Souza Lima, sustenta que não houve nenhuma investigação jornalística sobre o ocorrido e nenhuma autoridade de Amambai foi ouvida. Segundo os relatórios, tanto da Agepen quanto do Ministério Público Estadual, a base das reportagens é uma carta anônima, que foi investigada e não teve sustentação de veracidade. O magistrado se coloca à disposição da imprensa para mais esclarecimentos.

Autoria do Texto:Secretaria de Comunicação Social

Envie seu Comentário
Os comentários feitos no Cassilândia News são moderados. Antes de escrever, observe as regras e seja criterioso ao expressar sua opinião. Não serão publicados comentários nas seguintes situações:

1. Sem o remetente identificado com nome, sobrenome e e-mail válido. Codinomes não serão aceitos.
2. Que não tenham relação clara com o conteúdo noticiado.
3. Que tenham teor calunioso, difamatório, injurioso, racista, de incitação à violência ou a qualquer ilegalidade.
4. Que tenham conteúdo que possa ser interpretado como de caráter preconceituoso ou discriminatório a pessoa ou grupo de pessoas.
5. Que contenham linguagem grosseira, obscena e/ou pornográfica.
6. Que transpareçam cunho comercial ou ainda que sejam pertencentes a correntes de qualquer espécie.
7. Que tenham característica de prática de spam.

O Cassilândia News não se responsabiliza pelos comentários dos internautas e se reserva o direito de, a qualquer tempo, e a seu exclusivo critério, retirar qualquer comentário que possa ser considerado contrário às regras definidas acima.
Restamcaracteres.
 
Últimas notícias
Scroller Top
Domingo, 04 de Dezembro de 2016
09:00
Maternidade
Sábado, 03 de Dezembro de 2016
Scroller Bottom

  • Idalus Internet Solutions
  • TOP DataCenter e Internet
  • Disponível na AppStore
  • Disponível no Google Play
Rua Sebastião Leal, 845, CEP: 79.540-000, Cassilândia (MS)