Cassilândia, Sexta-feira, 25 de Maio de 2018

Últimas Notícias

26/11/2008 12:54

Iscas para mosquito da dengue serão testadas em MS

Fernanda Mathias e Aline dos Santos - Campo Grande News

Mato Grosso do Sul, mais precisamente Campo Grande, foi escolhida para os testes que vão respaldar a escolha da isca ideal para que o Ministério da Saúde implemente na captura do mosquito da dengue, o aedes aegypti.

São quatro iscas que estarão em teste a partir de janeiro: a Mosquitrap, Adultrap, Ovitrampa e BG-TRAP. Cada uma delas usa de um elemento para atrair o mosquito. Desenvolvida pela USP (Universidade de São Paulo), a Adultrap usa água, o que dá viabilidade ao dispositivo. Já a Ovitrampa, desenvolvida pela Universidade de Minas Gerais, usa um atrativo importado e por isso tem custo maior.

O superintendente estadual de Saúde, Eugênio Barros, afirma que será avaliada a eficiência e viabilidade de cada uma das armadilhas e com base nos experimentos será possível conhecer a relação de custo e benefício de todas.

Barros afirma que o projeto será desenvolvido no Estado por iniciativa do governo, que se prontificou a isso. Na parceria, o Estado entra com a mão-de-obra e o Ministério da Saúde com a pesquisa e a tecnologia.

Depois de atrair os mosquitos, as armadilhas os retém. O a gente de saúde fará a contagem dos mosquitos e identificará se há fêmeas entre os capturados, um indício da presença de focos. Assim será possível mensurar o índice de infestação de uma forma mais precisa e ágil, porque os agentes deverão usar palm tops.

Intercâmbio – Na manhã desta quarta-feira o secretário de Saúde de Campo Grande, Luiz Mandetta está reunido com o secretário de Saúde do Rio de Janeiro, Sérgio Luiz Côrtes, na Escola de Saúde, para troca de experiências sobre o combate à dengue.

No início deste ano o Rio de Janeiro enfrentou uma epidemia de dengue que causou a morte de 181 pessoas e agora o governo se prepara para a campanha de verão de 2009. Campo Grande também teve uma forte epidemia em 2007, com 45 mil casos.

Sérgio Côrtes afirma que duas experiências que devem ser levadas para o Rio de Janeiro são a aplicação intensiva de soro nos pacientes infectados e a mobilização da população, com iniciativas como gincanas para recolhimento de materiais que podem ajudar na propagação do mosquito transmissor. Mandetta ressaltou a importância de manter a ação de vigilância e compartilhar a responsabilidade da prevenção com a sociedade. Hoje, em Campo Grande, a maior preocupação é com a região central, onde o índice de infestação passa de 1%.

Envie seu Comentário
Os comentários feitos no Cassilândia News são moderados. Antes de escrever, observe as regras e seja criterioso ao expressar sua opinião. Não serão publicados comentários nas seguintes situações:

1. Sem o remetente identificado com nome, sobrenome e e-mail válido. Codinomes não serão aceitos.
2. Que não tenham relação clara com o conteúdo noticiado.
3. Que tenham teor calunioso, difamatório, injurioso, racista, de incitação à violência ou a qualquer ilegalidade.
4. Que tenham conteúdo que possa ser interpretado como de caráter preconceituoso ou discriminatório a pessoa ou grupo de pessoas.
5. Que contenham linguagem grosseira, obscena e/ou pornográfica.
6. Que transpareçam cunho comercial ou ainda que sejam pertencentes a correntes de qualquer espécie.
7. Que tenham característica de prática de spam.

O Cassilândia News não se responsabiliza pelos comentários dos internautas e se reserva o direito de, a qualquer tempo, e a seu exclusivo critério, retirar qualquer comentário que possa ser considerado contrário às regras definidas acima.
Restamcaracteres.
 
imagem transparente
Últimas notícias
Scroller Top
Sexta, 25 de Maio de 2018
Quinta, 24 de Maio de 2018
10:00
Receita do dia
Quarta, 23 de Maio de 2018
Scroller Bottom

  • Idalus Internet Solutions
  • TOP DataCenter e Internet
  • Disponível na AppStore
  • Disponível no Google Play
Rua Sebastião Leal, 845, CEP: 79.540-000, Cassilândia (MS)