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26/11/2008 12:54

Iscas para mosquito da dengue serão testadas em MS

Fernanda Mathias e Aline dos Santos - Campo Grande News

Mato Grosso do Sul, mais precisamente Campo Grande, foi escolhida para os testes que vão respaldar a escolha da isca ideal para que o Ministério da Saúde implemente na captura do mosquito da dengue, o aedes aegypti.

São quatro iscas que estarão em teste a partir de janeiro: a Mosquitrap, Adultrap, Ovitrampa e BG-TRAP. Cada uma delas usa de um elemento para atrair o mosquito. Desenvolvida pela USP (Universidade de São Paulo), a Adultrap usa água, o que dá viabilidade ao dispositivo. Já a Ovitrampa, desenvolvida pela Universidade de Minas Gerais, usa um atrativo importado e por isso tem custo maior.

O superintendente estadual de Saúde, Eugênio Barros, afirma que será avaliada a eficiência e viabilidade de cada uma das armadilhas e com base nos experimentos será possível conhecer a relação de custo e benefício de todas.

Barros afirma que o projeto será desenvolvido no Estado por iniciativa do governo, que se prontificou a isso. Na parceria, o Estado entra com a mão-de-obra e o Ministério da Saúde com a pesquisa e a tecnologia.

Depois de atrair os mosquitos, as armadilhas os retém. O a gente de saúde fará a contagem dos mosquitos e identificará se há fêmeas entre os capturados, um indício da presença de focos. Assim será possível mensurar o índice de infestação de uma forma mais precisa e ágil, porque os agentes deverão usar palm tops.

Intercâmbio – Na manhã desta quarta-feira o secretário de Saúde de Campo Grande, Luiz Mandetta está reunido com o secretário de Saúde do Rio de Janeiro, Sérgio Luiz Côrtes, na Escola de Saúde, para troca de experiências sobre o combate à dengue.

No início deste ano o Rio de Janeiro enfrentou uma epidemia de dengue que causou a morte de 181 pessoas e agora o governo se prepara para a campanha de verão de 2009. Campo Grande também teve uma forte epidemia em 2007, com 45 mil casos.

Sérgio Côrtes afirma que duas experiências que devem ser levadas para o Rio de Janeiro são a aplicação intensiva de soro nos pacientes infectados e a mobilização da população, com iniciativas como gincanas para recolhimento de materiais que podem ajudar na propagação do mosquito transmissor. Mandetta ressaltou a importância de manter a ação de vigilância e compartilhar a responsabilidade da prevenção com a sociedade. Hoje, em Campo Grande, a maior preocupação é com a região central, onde o índice de infestação passa de 1%.

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